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O ilhas é um estúdio de design gráfico fundado por Catarina Vasconcelos e Margarida Rêgo. O ilhas vive entre Lisboa e Londres e tem vindo a desenvolver um trabalho gráfico com vários artistas e instituições culturais.

O trabalho realizado pelo ilhas inclui direcção de arte, design editorial, identidade, design digital, design de exposições e pesquisa. Trabalhando com atenção aos detalhes, o trabalho desenvolvido pelo estúdio procura sempre atender à singularidade de cada projecto.

Trabalhando com várias instituições, os clientes do ilhas incluem o 1-54 Contemporary African Art Fair, Helen Hamlyn Center for Design Royal College of Art, Londres, Fundação EDP, MAAT – Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia, Atelier-Museu Júlio Pomar, Galerias Municipais do Porto, Galeria Nuno Centeno, Fundação Carmona e Costa, Teatro do Vestido, MNAC – Museu Nacional de Arte Contemporânea/Museu do Chiado, Boom Festival, Agência de Cinema de Portugal, Teatro Municipal Maria Matos, Trienal de Arquitectura de Lisboa, Festival Unknown Pleasures em Berlim. Desde 2015, o ilhas é responsável pela estratégia de design e coordenação da produção gráfica da exposição 1-54 Contemporary African Art Fair em Londres, Nova Iorque e Marraquexe. Desde 2009 fazem a direcção de arte da revista Cine Qua Non.

O estúdio ilhas desenvolve um extenso trabalho no cinema português, trabalhando com diferentes directores e instituições, entre eles a APR (Associação Portuguesa de Cineastas), Terratreme, O Som e a Fúria, Uma Pedra no Sapato, e os realizadores Cláudia Varejão, Manuel Mozos, Salomé Lamas, Susana Sousa Dias, entre outros. Os livros Zona – An investigation report, Misho, Carlos Relvas Vistas Inéditas e Boom Festival: 20 years foram seleccionados para o concurso Stiftung Buchkunst «Best Book Design from all over the World», que teve lugar em 2019 e 2020 em Leipzig, Alemanha.

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Irene Buarque (*1943, São Paulo) vive e trabalha em Lisboa desde 1973. Participou da 9.ª Bienal de São Paulo em 1967, da 5.ª Jovem Arte Contemporânea no Museu de Arte Contemporânea de São Paulo – Prémio de Aquisição em 1971 e apresentou a sua obra nas exposições «Muralhas de Lisboa» na Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa (1975), «Janelas» na Galeria Quadrum, Lisboa (1978), «Pessoa Astral» no Centro Cultural Calouste Gulbenkian, Paris (1997), Maison du Livre, Bruxelas (1998), Cultureel C. Berchem, Antuérpia (1999) e «Luz Água» no maeds, Setúbal (2018), entre muitas outras. A sua obra é representada em coleções públicas e privadas. Membro fundador e da direção da Cooperativa Diferença, Lisboa.

 

Irene Buarque (*1943, São Paulo) has lived and worked in Lisbon since 1973. She participated in the 9th São Paulo Biennial in 1967, in the 5th jac at the mac São Paulo where she was awarded the acquisition prize in 1971, and exhibited her work in “Muralhas de Lisboa” at the Calouste Gulbenkian Foundation in Lisbon (1975), “Janelas”, Galeria Quadrum, Lisbon (1978), “Pessoa Astral”, Centro Cultural Calouste Gulbenkian, Paris (1997), Maison du Livre, Brussels (1998), Cultureel C. Berchem, Antwerp (1999) and “Luz Água”, maeds, Setúbal (2018), among many others. Her work is represented in public and private collections. Irene Buarque is a founding member and director of Cooperativa Diferença, Lisbon.

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É licenciada em História pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa, mestre em História Contemporânea (século XX) e doutorada em História Institucional e Política Contemporânea, pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

 

Elaborou diversos estudos sobre o Estado Novo, o período da II Guerra Mundial, a situação das mulheres e a polícia política durante a ditadura de Salazar e Caetano.

 

É investigadora do Instituto de História Contemporânea (FCSH da UNL), estando neste momento a realizar um projecto de Pós-Doutoramento, aprovado pela FCT, intitulado «O processo de justiça política relativamente à PIDE/DGS, na transição para a democracia em Portugal».

 

É autora e co-autora de diversos livros, entre os quais se contam: História das Organizações Femininas do Estado Novo (Círculo de Leitores, 2000 e Temas & Debates, 2001);Textos relativos a Portugal da obra Contai aos Vossos Filhos. Um Livro sobre o Holocausto na Europa, 1933-1945 (Gótica, 2000); Fotobiografia de Manuel Gonçalves Cerejeira (Círculo de Leitores em 2002); Judeus em Portugal durante a Segunda Guerra Mundial. Em Fuga de Hitler e do Holocausto (Esfera dos Livros, 2006); A História da PIDE (Círculo de Leitores e Temas & Debates, 2007); Mocidade Portuguesa Feminina (Esfera dos Livros, 2007); O Corporativismo em Português. Estado, Política e Sociedade no Salazarismo e no Varguismo (Rio de Janeiro, 2007); Vítimas de Salazar. Estado Novo e Violência Política (Esfera dos Livros, 2007), em co-autoria com João Madeira e Luís Farinha; Biografia de um Inspector da PIDE (Esfera dos Livros, 2008); Fotobiografia de José Afonso (Círculo de Leitores, 2009 e Temas & Debates, 2010); Tribunais Políticos. Tribunais Militares Especiais e Tribunais Plenários durante a Ditadura e o Estado Novo, em co-autoria com Fernando Rosas, João Madeira, Luís Farinha e Maria Inácia Rezola (Círculo de Leitores/Temas & Debates, 2009); Conflicts, Memory Transfers and the Reshaping of Europe (Cambridge, 2010); Cardeal Cerejeira. O Príncipe da Igreja, (Esfera dos Livros, 2010); A Cada um o seu Lugar. A Política Feminina do Estado Novo, (Círculo de Leitores/Temas & Debates, 2011); Salazar, Portugal e o Holocausto, com Claudia Ninhos (Círculo de Leitores/Temas & Debates, 2013); Espiões em Portugal durante a Segunda Guerra Mundial (Esfera dos Livros, 2013); Democracia, Ditadura. Memória e Justiça Política, coord. Irene Flunser Pimentel e Maria Inácia Rezola, (Tinta da China, 2013); História da Oposição à Ditadura em Portugal. 1926-1974, (Porto, Figueirinhas, 2014); Mulheres Portuguesas. História da Vida e dos Direitos das Mulheres num Mundo em Mudança, com Helena Pereira de Melo (Clube do Autor, 2015); Bystanders, Rescuers or Perpetrators. The Neutral Countries and the Shoah, International Holocaust Remembrance Alliance/Metropol (Berlim, 2016); O Comboio do Luxemburgo. Os Refugiados judeus que Portugal não salvou em 1940, com Margarida de Magalhães Ramalho (Esfera dos Livros, 2016); O Caso da PIDEDGS. Foram julgados os principais agentes da ditadura? (Círculo de Leitores/Temas& Debates, Outubro de 2017).

 

Prémios: História das Organizações Femininas do Estado Novo, prémio Carolina Michaelis, 1999; Judeus em Portugal durante a Segunda Guerra Mundial. Em Fuga de Hitler e do Holocausto, prémio ex-aequo Adérito Sedas Nunes, atribuído pelo Instituto de Ciências Sociais, 2007; Prémio Pessoa, atribuído pelo Expresso e a Unysis, 2007; A História da PIDE, prémio especial da revista Máxima, 2008; Prémio Seeds of Science, categoria «Ciências Sociais e Humanas», 2009; A Cada um o seu Lugar. A Política Feminina do Estado Novo, prémio Ensaio da revista Máxima, 2011.

 

É Chevalière de la Légion d´Honneur francesa.

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Isabel Maria de Oliveira Capeloa Gil (Mira, 22 de julho de 1965) é uma académica portuguesa. É asexta reitora da Universidade Católica Portuguesa, nomeada pela Congregação para a Educação Católica a 26 de setembro de 2016, por proposta do Magno Chanceler da instituição, D. Manuel Clemente, 17.º Patriarca de Lisboa. Tomou posse a 28 de outubro de 2016. É presidente da Federação Internacional de Universidades Católicas (FIUC), desde 2018. Professora catedrática de Estudos de Cultura da Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa de Lisboa, licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e é mestra em Estudos Alemães pelas mesmas instituições. Estudou na Ludwig Maximilian Universität, em Munique, Baviera, e na Universidade de Chicago, em Chicago, Illinois, doutorando-se em Estudos Alemães na Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa de Lisboa, da qual foi diretora entre 2005 e 2012, tendo contribuído para o desenvolvimento de uma estratégia de especialização inteligente para a unidade, sobretudo nas áreas de Comunicação e Cultura, e pelo alargamento da relação com o mundo empresarial nestes setores. Com mais de 150 trabalhos publicados, o seu trabalho de investigação tem contribuído para a definição do campo dos Estudos de Cultura. Na gestão universitária, tem-se destacado no desenvolvimento da estratégia de internacionalização e investigação da Universidade, da qual foi vice-reitora entre 2012 e 2016 e responsável pelos pelouros de Investigação e Internacionalização. Criou e coordenou entre 2014 e 2015 a rede de colaboração entre a Universidade e o sector cultural, onde se incluiu o Mestrado em Estudos de Cultura da Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa, considerado como o terceiro melhor Mestrado de Gestão das Artes a nível mundial. Pertence e tem ocupado cargos de gestão em diversas associações científicas nacionais e internacionais, das quais se destacam a ICLA (International Comparative Literature Association) e a ICA (International Communication Association). Foi professora convidada em diversas Universidades, entre as quais se contam a Universidade de Munique, a Universidade Ca’Foscari de Veneza, a Houston School of Film da National University of Ireland, a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e a Universidade de São José, em Macau. Foi investigadora visitante do Wissenschaftskolleg, em Berlim, e do Freeman Spogli Institute for International Studies da Universidade de Stanford. Desde 2010 tem o título de Honorary Fellow da School of Advanced Studies da Universidade de Londres. Coordenou o Research Leadership Forum da Global Federation of Competitiveness Councils(GFCC). É ainda membro do European Council of Foreign Relations, do Conselho Consultivo da Fundação Calouste Gulbenkian e presidente do Conselho de Administração da Fundação UCP.

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É licenciada em Filosofia pela Universidade de Coimbra e mestre em Comunicação Social pela Universidade Nova de Lisboa com a tese «Performance ou a Arte num Lugar Incómodo» (1993). Crítica de arte desde 1991. Assessora para a área de exposições de Lisboa’94 – Capital Europeia da Cultura. Foi co-fundadora e subdirectora do Instituto de Arte Contemporânea, tutelado pelo Ministério da Cultura. Foi membro dos júris da Bienal de Veneza (2003), do Turner Prize (2010), The Vincent Award (2013), entre outros. Co-seleccionadora do Ars Mundi, Cardiff (2008). Entre as inúmeras exposições que organizou, destacam-se: Bienal de Sidney «On Reason and Emotion» (2004), «Intus» de Helena Almeida, Pavilhão de Portugal, Bienal de Veneza (2005), «Provisions for the Future», Bienal de Sharjah (2009). Entre 2009 e 2015 foi directora do CAM-Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa.

 

Degree in Philosophy by Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (1987). Post-graduation and Master’s Degree in Social Communication, Departamento de Comunicação Social, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa; thesis: “Performance: Art in an Uncanny Place” (1993). Head adviser for the Exhibitions Department in Lisboa 94, Cultural Capital of Europe (co-coordination of a program of 25 exhibitions). Artistic director of Sydney Bienniale 2004 “On Reason and Emotion”, Sydney (several museums). Curator for the Portuguese Representation in Venice Biennale, June-October 2005. Selector of Artes Mundi 2008, Cardiff (Great Britain). Jury member of Venice Biennial Best Pavillion (2003), Turner Prize (2010), The Vincent Award (2013) among others. . Founder and Deputy Director between 1996 and 2001 of the Instituto de Arte Contemporânea (IAC) of the Portuguese Ministry of Culture where she runs during 3 years an international collection and organized the Portuguese representations to: Venice Biennial (2001), London Art Biennial 2000, São Paulo Biennial (1996 and 1998), Istanbul (1997 and 1999) among others activities. Among others she curated the following exhibitions and subsequent catalogues: “Sublime”, Museu do Chiado, Lisboa 1994; “The Day After Tomorrow”, Centro Cultural de Belém, Lisboa 1994; “Mediations”, Palácio Galveias and Museu do Chiado, Lisboa 1997; “Eve’s - Paula Soares”, Triennial of India, New Delhi, 1997; “Entrada Azul – Helena Almeida retrospective”, Casa da América, Madrid 1998; “Trading Images”- one year international exhibition cycle with one-person shows of Adriana Varejão, Eugenio Dittborn, Narelle Jubelin, Museu da Cidade, Lisboa 1998; “Initiare”, Centro Cultural de Belém, Lisboa 2000; “Inhabitated Drawing – Helena Almeida”, Drawing Center, New York, 2004; «Taking Time», MARCO, Vigo 2007 (Spain)., «Between the Lines», Museu das Comunicações, Lisboa 2008; Sharjah Biennial 2009. Director of CAM-Fundação Calouste Gulbenkian, Lisbon (2009-2015).

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