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Fez o doutoramento no Departamento de Filosofia da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e o mestrado em História Cultural e Política na mesma Universidade. Licenciado em História pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa e em Engenharia Mecânica pelo Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa.

Professor associado, desde 2012, na Faculdade de Direito da Universidade de Macau. Desde 2003, professor assistente na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Professor também na Universidade de Aix-Marseille.

Escreveu diversos artigos sobre História, História das Ideias, Filosofia e Literatura em jornais e revistas de especialidade e é autor dos livros Introdução ao pensamento social francês do século XVIII, UTAD, Vila Real (1987), A ideia de felicidade em Portugal no século XVIII, entre as luzes e o romantismo. Eticidade, moralidade e transcendência (2008).

Tradutor de poesia e poeta, publicou Caligrafia imperial e dias duvidosos, Assírio & Alvim, Lisboa (2007); Os últimos lugares, Assírio & Alvim (2004), Os limites da obscuridade, Caminho (1990), O roubo da fala, Ágora (1981).

Colabora com a Biblioteca Pública de Macau desde 2014.

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Nasceu em Lisboa em 1950. É professor associado na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Vive e trabalha em São Pedro do Estoril.

Licenciatura em Arquitectura, Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa (1968-1976). Bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian na Byam Shaw School of Art, Londres, entre 1983 e 1985. Bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian na Slade School of Fine Art, Londres, entre 1985 e 1987 (Higher Diploma in Fine Art). Doutoramento em Belas-Artes/ Pintura, Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, 2006.

Participou em múltiplas mostras colectivas. Entre as suas exposições individuais podem destacar-se as seguintes: Fundação Calouste Gulbenkian (1986; 1994); Museu Nacional de Arte Antiga (2000; 2019-2020); Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão, Fundação Calouste Gulbenkian (2005); Museu de Arte Contemporânea de Elvas (2008); Fundação EDP (2008); Centro Cultural de Lagos (2005, 2009); Fundação PLMJ (2012); Pavilhão Preto, Museu da Cidade, Câmara Municipal de Lisboa (2014); Galeria do Parque, Vila Nova da Barquinha (2014-2015); Convento dos Capuchos, Costa da Caparica (2019-2020); e ainda nas galerias Módulo (Lisboa e Porto), Flowers East (Londres), Miguel Nabinho (Lisboa), Fernando Santos (Porto), João Esteves de Oliveira (Lisboa), Gomes Alves (Guimarães), etc.

Está representado em diversas colecções públicas e privadas, podendo destacar-se as seguintes: Culturgest, Caixa Geral de Depósitos, Lisboa; Coleção Moderna, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; Coleção de Arte Moderna e Contemporânea – Norlinda e José Lima, São João da Madeira; Fundação EDP, Lisboa; Fundação PLMJ, Lisboa; Millennium BCP; Museu de Arte Contemporânea de Elvas, Coleção António Cachola, Elvas; Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado, Lisboa.

 

Born in Lisbon, in 1950. He is an associate professor at the Faculty of Fine Arts, University of Lisbon. He lives and works in S. Pedro do Estoril.

Studied architecture at Escola Superior de Belas Artes de Lisboa (1968-76). A grant from the Calouste Gulbenkian Foundation allowed him to study at the Byam Shaw School of Art (1983-85) and the Slade School of Fine Art, London (1985-87). Holds a PhD degree in Fine Arts / Painting (Faculty of Arts, University of Lisbon, 2006).

He took part in numerous group exhibitions. He held many one person exhibitions, namely: Calouste Gulbenkian Foundation, Lisbon (1986; 1994); Museu Nacional de Arte Antiga, Lisbon (2000; 2019-20); Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão, Calouste Gulbenkian Foundation, Lisbon (2005); Museu de Arte Contemporânea de Elvas, Elvas (2008); EDP Foundation, Lisbon (2008); Lagos Cultural Centre, Lagos, Portugal (2005, 2009); PLMJ Foundation, Lisbon (2012); Pavilhão Preto, Museu da Cidade, Câmara Municipal de Lisboa, Lisbon (2014); Galeria do Parque, Vila Nova da Barquinha (2014-15); Convento dos Capuchos, Costa da Caparica (2019-2020); and also in art galleries such as: Módulo (Lisbon and Oporto), Flowers East (London), Miguel Nabinho (Lisbon), Fernando Santos (Oporto), João Esteves de Oliveira (Lisbon), Gomes Alves (Guimarães), etc.

His work is featured in many public and private collections, such as: Culturgest, Caixa Geral de Depósitos, Lisbon; Collection of Modern and Contemporary Art – Norlinda and José Lima, S. João da Madeira; Modern Collection, Calouste Gulbenkian Foundation, Lisbon; EDP Foundation, Lisbon; PLMJ Foundation, Lisbon; Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, Lisbon; Millennium BCP, Lisbon; Contemporary Art Museum, Elvas (António Cachola collection); Lisbon Contemporary Art Museum, Museu do Chiado.

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Nasceu em Lisboa a 12 de Janeiro de 1954.

Estudou pintura (ESBAL) e Sociologia (ISCSP) em Lisboa. Em Nova Iorque, completou o Whitney Museum of American Art Independent Study Program (1980/81) e estudou História de Arte na New York University (B.A. 1983) e no Institute of Fine Arts/NYU (M.A. 1985, com especialização em arte contemporânea).

Foi responsável pelas aquisições da Colecção de Arte Contemporânea Portuguesa da Fundação Luso-Americana, Lisboa (1986-2005).

Num regime eventual, escreve sobre arte e comissaria exposições, participando também em conferências, seminários e colóquios na área da Teoria, História e Crítica de Arte.

Desde 1994 é Director Executivo do Ar.Co – Centro de Arte e Comunicação Visual, Lisboa, onde exerce actividade lectiva como coordenador do Curso Avançado de Artes Plásticas.

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Nasceu em Lisboa em 1944 e estudou na Escola de Artes Decorativas António Arroio.

Instalou-se em Paris no final dos anos 60 onde foi assistente de René Bertholo e conheceu Lourdes Castro. Nas décadas de 70 e 80 colaborou no Teatro de Sombras de Lourdes Castro com a criação de dispositivos de iluminação e partilhando a autoria das obras As Cinco Estações, 1976-80, e Linha de Horizonte, 1981-85.

O trabalho de Manuel Zimbro foi exposto em seis momentos: Torrões de Terra, Assírio & Alvim, Lisboa, 1995; história secreta da aviação, Porta 33, Funchal, 1997; história secreta da aviação, Assírio & Alvim, Lisboa, 1998; história secreta da aviação, Galeria Lino António, Escola Artística António Arroio, Lisboa, 2005; À Luz da Sombra, Museu de Arte Contemporânea da Fundação de Serralves, Porto, 2010; e Linha de Horizonte, Chiado 8, Lisboa, 2013.

Aproximou-se do pensamento de David Bohm e do budismo zen, cuja filosofia divulgou em Portugal. Em 1993 organizou com Pedro Morais a exposição Sutra do Coração. Caligrafia do mestre zen Hôgen Daidô no Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian. Co-traduziu e coordenou os livros Folhas Caem, um Novo Rebento e No caminho aberto, ambos da autoria de Hôgen Yamahata. Em 2003 coordenou a edição do volume colectivo Desenho com Nuno Faria, uma iniciativa da Fundação Carmona e Costa.

Morreu em 2003 na Ilha da Madeira.

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Professora Catedrática, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (FCSH-UNL). Doutorou-se em 1992 com a tese O Pensamento Morfológico de Goethe (INCM, Lisboa, 1995). É membro do Instituto de Filosofia da Linguagem (IFILNOVA) e do Groupe International de Recherches sur Nietzsche (GIRN). Foi membro do Conselho Científico do Collège International de Philosophie, Paris (2003-2009).

Escreve sobre problemas de estética, enquanto problemas de conhecimento e de linguagem, para revistas de filosofia e de literatura, entre outras, Filosofia e Epistemologia, Prelo, Análise, Revista Ler, Sub-Rosa, A Phala, Internationale Zeitschrift für Philosophie, Philosophica, Belém, Dedalus, Intervalo, Rue Descartes, Chroniques de Philosophie, La Part de l’Oeil, Cadernos Nietzsche, Lettre International, Diaphanes.

Tem igualmente escrito para catálogos e outras publicações sobre arte e artistas, portugueses e estrangeiros, entre os quais, Jorge Martins, Ruy Leitão, Rui Chafes, Helena Almeida, Ana Vieira, Luísa Correia Pereira, Julião Sarmento, Rui Sanches, António Sena, José Pedro Croft, Bernard Plossu, Juan Muñoz, Noronha da Costa, Antony Gormley, Louise Bourgeois, Francisco Tropa, Amadeo de Souza-Cardoso, Alberto Giacometti, Alexandre Conefrey.

Co-autora e locutora do programa de rádio «Ruas de sentido único», (Antena 2, Maio-Julho 2019), actividade do projecto «Fragmentação e Reconfiguração: a experiência da cidade, entre arte e filosofia», apoiado pela FCT (2018-2021), do qual é coordenadora.

Principais publicações: Semear na Neve. Estudos sobre Walter Benjamin (Relógio D’Água, Lisboa, 1999 — Prémio PEN Clube 2000 para Ensaio), A Imperfeição da Filosofia (Relógio D’Água, Lisboa, 2003), O Absoluto Que Pertence à Terra (Edições Vendaval, 2005), Símbolo, Analogia e Afinidade (Edições Vendaval, 2009), O Químico e o Alquimista. Benjamin, Leitor de Baudelaire (Relógio D’Água, 2011 — Prémio PEN Clube 2012 para Ensaio), As Nuvens e o Vaso Sagrado (Relógio D’Água, 2014), Rebuçados Venezianos (Relógio D’Água, 2016 — Prémio AICA/FCC 2017), Depósitos de Pó e Folha de Ouro (Lumme Editora, São Paulo, 2016), Cerimónias (Chão da Feira, Belo Horizonte, 2017), Dia Alegre, Dia Pensante, Dias Fatais (Relógio D’Água, 2017— Prémio PEN Clube 2018 para Ensaio).

 

Fotografia de Jorge Molder, 2015.

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Escritora portuguesa de ascendência espanhola, nascida no ano de 1931 em Lisboa. Licenciou-se em Direito e em Ciências Pedagógicas, tendo trabalhado em áreas relacionadas com problemas educacionais. Em 1965, abandonou Portugal para se fixar na Bélgica. Regressou há alguns anos a Portugal. Considerada uma autora cuja escrita é hermética e de difícil inteligibilidade para o leitor comum, é, no entanto, apontada por muitos como um dos nomes mais inovadores e importantes da ficção portuguesa contemporânea. A sua carreira literária iniciou-se com Os Pregos na Erva (1962), obra que inaugurou uma nova forma de escrever, embora estruturalmente se assemelhe a um livro de contos. Publicou de seguida Depois de os Pregos na Erva (1972), O Livro das Comunidades (1977), A Restante Vida (1983), Na Casa de Julho e Agosto (1984), Causa Amante (1984), Contos do Mal Errante (1986), Da Sebe ao Ser (1988), Um Beijo Dado Mais Tarde (1990), com evidentes ressonâncias autobiográficas, Lisboaleipzig 1: O Encontro Inesperado do Diverso (1994), Lisboaleipzig 2: O Ensaio de Música (1995), Ardente Texto Joshua (1998) e Onde Vais Drama Poesia? (2000). No caso de Maria Gabriela Llansol dificilmente se podem aplicar designações tradicionais como conto, romance ou mesmo diário. Apesar de se detectarem elementos tradicionais da narrativa, as suas obras, mais do que narrativas, são conjuntos de pequenos quadros e meditações. A acção localiza-se geralmente na Alemanha ou em regiões próximas, nos primórdios do Renascimento, num ambiente fantástico em que à volta de Copérnico, Isabol ou Hadewijch se movimentam personagens inspirados em pensadores místicos como San Juan de la Cruz e Eckhart e filósofos como Nietzsche e Espinosa. Os diários Um Falcão em Punho (1985), considerado o ponto de viragem no que toca à cada vez maior inteligibilidade da sua escrita, e Finita (1987), distinguem-se das obras ficcionais pela sua aparente ordenação cronológica e pelas reflexões sobre a concepção materialista em que se baseia a mística e a poética da autora. Um dos traços mais marcantes de toda a sua produção consiste na constante negação da escrita representativa, com inserção no texto de diferentes caracteres tipográficos, espaços em branco, traços que dividem o texto, perguntas de retórica, aspectos que contribuem para a sensação de estranheza que os seus textos provocam. Levando às últimas consequências a criação de um universo pessoal que desde os anos 60 não tem paralelo na literatura portuguesa, a obra de Maria Gabriela Llansol faz estilhaçar as fronteiras entre o que designamos por ficção, diário, poesia, ensaio, memórias, etc.

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Historiadora da arte e curadora independente, doutorada em História e Teoria pela Facultat de Belles Arts — Universitat de Barcelona. É investigadora integrada do Instituto de História da Arte da NOVA FCSH, onde coordena o Grupo de Investigação «Teoria da Arte, Historiografia e Crítica». É autora do livro Vanguarda & Outras Loas — Percurso Teórico de Ernesto de Sousa (2007, 2.ª ed. no prelo) e de diversos estudos e ensaios publicados em catálogos, livros e revistas internacionais, sobre história da arte contemporânea, modernidade e modernismo, teoria e historiografia da arte. É co-editora da Obra Literária de Almada Negreiros (Assírio & Alvim). É co-responsável pelo projecto de investigação «Modernismos ibéricos e o imaginário Primitivista» (2018-22) (PTDC/ ART-HIS/29837/2017). É editora, com Rui Miguel Ribeiro, nas Edições do Saguão desde 2017.

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Nasceu em Lisboa, em 1963.

Artista Plástica. Autora da Metodologia Um, Dois e Muitos. 

A sua pesquisa plástica é pessoal e multidisciplinar, dialogando com outras disciplinas artísticas e científicas. Em 2012 cria a metodologia Um, Dois e Muitos, que se baseia no estudo do movimento constante entre o Um (a Singularidade), o Dois (a Cumplicidade), e o Muitos (a Comunidade), consciente da presença deste movimento em todas as coisas vivas.

É doutoranda em Arte Contemporânea no Colégio das Artes, Universidade de Coimbra onde desenvolve a tese Um, Dois e Muitos.

Expõe individualmente desde 1989. Das suas exposições e performances mais recentes destacam-se Preto Veludo, Cooperativa Árvore (2018) curadoria Albuquerque Mendes; Um, Dois e Muitos, Museu de História Natural, Lisboa (2018) curadoria Paulo Pires do Vale; Escola Nómada, Appleton Square (2018); Extática Esfinge: Desenho e Animismo II, Centro Internacional das Artes José de Guimarães, curadoria Nuno Faria (col.) 2017; Um, Dois e Muitos: Uma ilha em exposição, curadoria Sarina Basta, Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, São Miguel, Açores (2016); Transmission, Recréation et Repétition, Palais des Beaux-arts, Paris, curadoria Sarina Basta (col.) (2015); Focus: Drawings for use, Festival ofEphemeral Art, Sokolovsko, Polónia (2013); Cabana de Leitura, Biblioteca do Um, Dois e Muitos, Trienal de Arquitectura, Lisboa; A Grande Saúde, Fundação EDP, curadoria João Pinharanda, Lisboa (2012), Objectos de Errância, Museu do Chiado (2011); Mise à nu par l’action, Centre Culturel Calouste Gulbenkian, Paris (2009).

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Barcelona, 1914-2013.

Foi professor da Faculdade de Filosofia e Letras, mais tarde de Filologia, da Universidade de Barcelona. Em 1966 foi vice-reitor. Foi presidente da Real Acadèmia de Bones Lletres de Barcelona (1963-1996), e membro da Real Academia Española desde 1965. Foi galardoado, entre outros, com os prémios Michel de Montaigne, Internacional Menéndez Pelayo, Nacional de Ensayo, Príncipe de Asturias de Ciencias Sociales, Fundació Catalana per a la Recerca, Bartolomeu March, Nacional de las Letras Españolas y Lletra d’Or.

É Doutor Honoris Causa pelas universidades de La Sapienza (Roma) e de Lieja. As suas investigações orientaram-se sempre para a Idade Média, e, dentro desta, para os três géneros determinantes da tradição literária — a epopeia, a lírica trovadoresca e o romance cortês —, que estudou na literatura catalã, castelhana, francesa, provençal, italiana e portuguesa. Os seus livros sobre a heráldica catalã e castelhana, a vida cavaleiresca e o armamento utilizado nos combates são imprescindíveis para uma boa compreensão da literatura medieval. Foi autor, editor e tradutor de cerca de quatrocentas obras.

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