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É professor auxiliar do departamento de sociologia do Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL) e investigador no Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES-IUL), Portugal. Actualmente é director do Observatório das Desigualdades, subdirector do CIES-IUL, e membro da rede europeia Inequality Watch. Tópicos como as desigualdades sociais e territoriais, o Estado social, as políticas públicas, as mobilidades espaciais, e o capital social têm sido os temas principais da sua investigação e dos projectos que coordenou e coordena. Recentemente publicou nas revistas: European Societies, Sociologia Ruralis, Time & Society, Sociological Research Online, European Planning Studies, Portuguese Journal of Social Science, entre outras. Publicou 22 livros (16 como editor e 6 como autor e co-autor). Preside ao grupo de trabalho sobre indicadores de desigualdades sociais do Conselho Superior de Estatística – Secção permanente de estatísticas sociais (INE). Desde a finalização do doutoramento recebeu vários prémios científicos.

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Ricardo Escarduça (Lisboa, 1975), mestre em Estudos de Cultura, pela Universidade Católica (2019), e engenheiro civil, pelo Instituto Superior Técnico, em 2000 (actualmente, interrompido o primero ano de doutoramento em História de Arte, na Universidade Nova). Colabora com o Projecto Travessa da Ermida, nas vertentes programática, editorial e produção, e com outros artistas, na autoria de textos e outros aspectos curatoriais. Até 2017, ocupou cargos de project management em áreas diversas relacionadas com a engenharia.

 

(Lisbon, 1975), Master in Cultural Studies, by Universidade Católica (2019), and civil engineer, by Instituto Superior Técnico, in 2000 (currently interrupted the first year of a PhD in Art History, at Universidade Nova). Collaborates with Projecto Travessa da Ermida, in the programmatic, editorial and production aspects, and with other artists, in the authorship of texts and other curatorial aspects. Until 2017, he held project management positions in various areas related to engineering.

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Ricardo Jacinto (Lisboa, 1975) vive e trabalha em Lisboa e Belfast.

Artista sonoro e músico, concentra-se principalmente na relação entre som e espaço. Desde 1998 tem apresentado o seu trabalho em exposições, concertos e performances individuais e em grupo, em Portugal e no estrangeiro, e tem colaborado extensivamente com outros músicos, arquitectos e artistas. Apresentou o seu trabalho em diversas exposições individuais e colectivas como: Projet Room CCB – Lisboa, Circulo de Belas-Artes – Madrid, MUDAM – Luxemburgo, Centro Cultural Gulbenkian – Paris, Manifesta 08 – Bienal Europeia de Arte Contemporânea em Itália, Loraine Frac-Metz, OK CENTRE – Linz – Áustria, CHIADO 8 – Culturgest – Lisboa, Casa da Música – Porto e Bienal de Arquitectura de Veneza de 2006. Como músico-performer actuou em diversos locais como: Fundação de Serralves – Porto, Palais Tokyo – Paris, SARC – Belfast, Festival VERBO – São Paulo, Festival Temps d’ Images – Lisboa, Festival Rescaldo – Lisboa, Festival BigBang – CCB – Lisboa, Culturgest – Porto e Lisboa, ZDB – Lisboa, Dança Base – Edimburgo, Kabinett 0047 – Oslo, Fundação Calouste Gulbenkian – Paris e SARC – Belfast.

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Depois de A Liberdade ou o Amor, Robert Desnos [Paris, 1900 – Teresin, 1945] teve dezoito anos de vida para se exercer como poeta de versos, jornalista, crítico literário e de cinema, vendedor imobiliário; para ser o argumentista de filmes […], para ser autor de um programa radiofónico célebre (La complainte de Fantômas), para escrever os textos líricos do filme Panurge de Michel Beruheim, a letra da cantata feita para a inauguração do Museu do Homem, com música de Darius Milhaud… Teve uma actividade intelectual intensa e ocasião para se afirmar como um dos maiores poetas da sua geração; pôde reunir os seus poemas mais significativos em dois livros, Corps et biens (1930) e Fortunes (1942) (com o longo poema Siramour onde Lisboa é cinco vezes citada); e conseguir escrever um quase-romance, Le vin est tiré… (1943), onde lamenta e comenta os malefícios da droga (Desnos foi um viciado opiómano)… Mas […] houve um fatal acidente ligado à sua corajosa militância anti-fascista.

Os artigos que assinou no jornal Aujourd’hui, odiado pela extrema-direita, e com o pseudónimo Cancale num jornal clandestino anti-alemão, marcaram-no durante a presença nazi como um alvo a abater. Foi preso em 22 de Fevereiro de 1944; deportado para Compiègne, depois para Auchwitz, Buchenwald, Flossenburg, Flöha, e finalmente para Teresin na Checoslováquia. [Aníbal Fernandes]

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Economista, doutorado em «Analyse et planification du développement» da Université des Sciences Sociales de Grenoble (França). É Professor Associado do ISCTE, no Departamento de Economia, leccionando as disciplinas de Economia e Políticas de Desenvolvimento e Economia Social, da licenciatura em Economia, e coordenando os mestrados de “Desenvolvimento, Diversidades Locais e Desafios Mundiais e Economia Social e Solidária desse mesmo instituto. É Presidente da Direcção e fundador da PROACT – Unidade de Investigação e Apoio Técnico ao Desenvolvimento Local, à Valorização do Ambiente e à Luta Contra a Exclusão Social – e membro da Direcção do Centro de Estudos Africanos do ISCTE. É ainda presidente da ANIMAR - Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Local.Tem várias publicações sobre temas de Desenvolvimento e Economia Solidária, além de várias comunicações apresentadas em encontros, congressos e colóquios nacionais e internacionais.

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Nasceu em 1954 em São Paulo, Brasil, onde vive e trabalha. É graduada em Arquitetura pela Universidade de São Paulo, pela FAUUSP (1977). Fez especialização em Museologia pela USP em 1978/80 e em Comunicação e Semiótica pela PUC_SP em 2005. Atua como curadora e comissária independente desde 1987. Fundou com Thomaz Farkas a primeira galeria de fotografia do Brasil, a Galeria Fotoptica em 1979, onde atuou até 1987. Curadora do Festival de mídia eletrônica VideoBrasil (1982 a 2002). Foi curadora do Espaço Cultural CITIBANK de 1987 a 1991. Atuou como coordenadora geral de projetos do Núcleo Amigos da Fotografia NAFOTO de 1990 a 1997, no qual realizou o I , II e III Mês Internacional de Fotografia e Seminário Internacional da Fotografia (93, 95, 97 respectivamente). Foi gestora cultural do Armazém Cultural 11 Santos SP (2015). Coordenou projetos de educação e formação em fotografia na Casa da Fotografia FUJI 1994 a 2013. Foi curadora da FNAC Brasil 1994-2004). 

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Rui Sanches (Lisboa, 1954) inicia formação plástica no Ar.Co, em Lisboa. Prossegue-a no Goldsmiths’ College, Londres, onde tirou um Bachelor of Arts em 1980, e na Yale University, New Haven, onde obteve um Master of Fine Arts, em 1982, sendo bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian. De regresso a Portugal, deu aulas no Ar.Co, onde foi também responsável pelo Departamento de Escultura e membro da Direcção, e no IADE. Expõe colectivamente desde 1985 e individualmente desde 1984, tanto em Portugal como no estrangeiro. Nos anos 80 e 90 está ligado à direcção do CAM da FCG, desenvolvendo trabalho de curadoria de exposições. A partir de 1993 realiza também intervenções em espaços públicos. É representado em diversas colecções públicas e privadas no país e no estrangeiro, tendo sido premiado com o Prémio AICA em 2008.

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