0,00€
A | B | C | D | E | F | G | H | I | J | K | L | M | N | O | P | Q | R | S | T | U | V | W | X | Y | Z

Romancista, contista, poeta, ensaísta e pintor, David Herbert Lawrence é uma das grandes figuras literárias do século XX. Nascido em Eastwood, Nottinghamshire, em 11 de Setembro de 1885, estudou na Universidade de Nottingham, publicando em 1911 o seu primeiro romance, The White Peacock.
Em 1915, The Rainbow, o seu quarto romance, é proibido por alegada obscenidade. Também os seus quadros são retirados de uma galeria de arte.
Em 1926, já com vários romances publicados, D.H. Lawrence começa a trabalhar no que viria a ser o seu romance mais conhecido, O Amante de Lady Chatterley. Também este será proibido no Reino Unido e nos Estados Unidos, por pornografia. A partir de Junho de 1928, data em que abandonou Florença, e até à sua morte em 2 de Março de 1930, por tuberculose, Lawrence vagueia de cidade em cidade. Trabalhará até ao fim, completando Apocalypse, livro que viria a ser publicado em 1931.

Livros relacionados
 
Livros relacionados
 

Nasceu em Lisboa em 1976.

Estudou Artes Plásticas na Escola de Arte e Design das Caldas da Rainha entre 1996 e 2001. Fez o programa individual no Ar.Co em 2002. Foi artista residente na Künstlerhaus Bethanien em 2008 com a Bolsa João Hogan, atribuída pela Fundação Calouste Gulbenkian, e na Rijksakademie van Beeldende Kunsten, em 2010 e 2011. Entre 2013 e 2014 foi artista participante no Home Works Program no Ashkal Alwan em Beirute. Participou no programa Open Sessions no Drawing Center em Nova Iorque. Entre 2014 e 2015 foi bolseiro da Fundação Botín.

Mostrou o seu trabalho em espaços como o Hunter College Art Galleries, Fundação Calouste Gulbenkian, Fundação EDP, MACE, Hangar, DeLaCharge, Uma Certa Falta de Coerência, Fundação Botin, NCCA, CIAJG, Museu de Serralves, entre outros.

Desde 2016 que frequenta o programa de Doutoramento em Antropologia na Universidade da Flórida, Estados Unidos da América, com uma Bolsa Fulbright.

Livros relacionados
 
 
Livros relacionados
 
Livros relacionados
 

Historiador de arte e curador de arte moderna e contemporânea.

Doutorado em Arte Contemporânea pelo Colégio das Artes da Universidade de Coimbra.

É atualmente Subdiretor-Geral do Património Cultural. Foi Curador-Geral da BF16; Diretor do Museu do Neo-Realismo de 2007 a 2013 e Diretor do Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado de 2013 a 2015.

Autor de diversos estudos sobre arte publicados em catálogos e volumes coletivos, publicou ainda Marcel Duchamp e o readymade – Une Sorte de Rendez-vous (Assírio & Alvim, 2007) e A Reinvenção do Real – Curadoria e Arte Contemporânea no Museu do Neo-Realismo, (Documenta, 2014).

Foi distinguido em 2015 com o Prémio (ex aequo) de Crítica e Ensaística de Arte e Arquitetura – AICA/FCC, e ainda com o Prémio APOM de Investigação.

É docente convidado do ensino superior na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

Foi crítico de arte nos semanários (1996), O Independente (1997-2000), e nas revistas Arte Ibérica (1997-2000), Artecapital.net (2006-2007) e Arqa – revista de arquitectura e arte (2000-2013).

Livros relacionados
 
 
 

Nasceu em Aveiro em 1962. Doutorado em Arte Contemporânea, é Professor do Colégio das Artes e da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra onde coordena o Mestrado em Estudos Curatoriais. Desde 1990 que se dedica à curadoria de arte contemporânea, bem como à ensaística sobre arte. Foi o Comissário Geral da Trienal de Arquitectura de Lisboa 2010, Director do Centro de Exposições do Centro Cultural de Belém e consultor da Fundação Calouste Gulbenkian. Foi fundador e director da revista Pangloss. Foi o Comissário da Representação Portuguesa à 48.ª Bienal de Veneza e co-Comissário da Representação Portuguesa à Bienal de Veneza de Arquitectura 2010. No campo das publicações destacam-se os volumes Julião Sarmento, Catalogue Raisonée, Edições Numeradas, Vol. I (MEIAC, 2007), Luxury Bound (Electa, Milão, e Assírio & Alvim, Lisboa, 1999), Jorge Molder (Caminho, Lisboa, 2005), Helena Almeida, Pés no Chão, Cabeça no Céu (Bial, 2004), Pintura Redux (Fundação de Serralves/Público, 2006), Abrir a Caixa (Caixa Geral de Depósitos, 2009) e A Visão em Apneia (Babel, Lisboa, 2011). Colabora regularmente como ensaísta para publicações sobre arte e arquitectura.

Livros relacionados
 
 
Livros relacionados
 
Livros relacionados
 
 
Livros relacionados
 
 
 
 
Livros relacionados
 

A obra literária [de Drieu la Rochelle – Paris, 1893 – Paris, 1945] soube resistir ao limbo imposto, por decência política e patriótica, aos colaboracionistas da ocupação da França pelos nazis. Mas passado um período de nojo e temor, os editores franceses relembram-no e mantêm-no generosamente disponível nos seus catálogos; hoje ele é, sobretudo, o autor dos contos de La Comédie de Clarleroi (1934) — Marcel Arland: «Tenho-os pela sua obra-prima»; é o autor de Gilles (1939) — François Mauriac: «É um livro importante, essencial, verdadeiramente carregado com um terrível peso de sofrimento e erro.», uma das suas obras maiores e literariamente mais ambiciosa (o mais anti-semita dos romances franceses?); é o autor deste célebre O Fogo-Fátuo (1931) — Bernard Frank: «Acho-o o melhor livro de Drieu». [Aníbal Fernandes]

Livros relacionados
 

Nasceu em Lisboa (1968). Licenciado em Arquitectura (1991). Paralelamente à actividade inicial em Arquitectura, desenvolve projectos em Fotografia. Expõe individualmente desde 1989, tendo já participado em numerosas exposições individuais. Está representado em diversas colecções públicas e privadas, em Portugal e no estrangeiro. Já desenvolveu a actividade de docência e participa regularmente em seminários, congressos e mesas redondas.
Da obra publicada podemos destacar Orlando Ribeiro — Seguido de uma viagem breve à Serra da Estrela (1999); Ruy Belo — Coisas de Silêncio (2000); O Vento Sobre a Terra — apontamentos de viagens (2002); À Superfície do Tempo — Viagem à Amazónia (2002); Território em Espera (2005); Geografia do Caos (2005); Terras Templárias de Idanha (2006); Olívia e Joaquim – Doces de Santa Clara em Vila do Conde (2007); Fogo Frio - O Vulcão dos Capelinhos (2008); Comboios de Livros (2009); Desenha, produz e fotografa as ilustrações do conto O Príncipe-Urso Doce de Laranja (2009); Cidade do Mais Antigo Nome (2010).
De uma obra documental extensa, centrada no levantamento fotográfico da paisagem e das formas de ocupação do território, são de destacar as obras Portugal — O Sabor da Terra (1997) e Portugal Património (2007-2008).
 Este trabalho sobre Portugal deu origem a um arquivo fotográfico pessoal de mais de novecentas mil fotografias.

Na Documenta, publicou: A Torre (com Maria Inês Cordeiro), em 2013; Maria Gabriela Llansol — O Encontro Inesperado do Diverso (com Ilda David), em 2014; Cesariny — Em Casas Como Aquela (com José Manuel dos Santos), em 2014; Alberto Carneiro — Natureza Dentro, em 2017; Magna Terra — Miguel Torga e outros lugares, em 2018.

Livros relacionados
 
 
 
RECEBA AS NOVIDADES!
SUBSCREVA A NEWSLETTER E ESTEJA SEMPRE A PAR DE NOVIDADES E PROMOÇÕES
REDES SOCIAIS
© 2014. Sistema Solar. Todos os Direitos são reservados - Política de Privacidade
design bin?rio