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A Intervenção Surrealista, esse livro apaixonante de Mário Cesariny sobre o Surrealismo em Portugal, veio, por acaso, parar às mãos do poeta surrealista holandês Laurens Vancrevel em 1969. Como o surrealismo português era quase desconhecido no estrangeiro, Vancrevel quis aprofundar esse conhecimento. Escreveu uma carta a Mário Cesariny que de imediato lhe respondeu. Essa carta marca o início de uma longa correspondência. Vancrevel, que à época trabalhava como assistente editorial (mais tarde tornar-se-ia editor de textos literários), estava ligado ao grupo surrealista desde 1961, e interessava-se principalmente pela dimensão internacional desse movimento de poetas e artistas. Frida, sua mulher, estudava Língua e Literatura da Irlanda medieval; mais tarde, veio a ser co-tradutora de vários volumes de antigos contos épicos irlandeses. O primeiro encontro com Mário Cesariny, quase vinte anos mais velho, data de Junho de 1970. Foi o início de uma profunda amizade.

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Leonor de Oliveira é investigadora do Instituto de História da Arte da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Desde a licenciatura em História da Arte (FCSH/UNL), tem colaborado com diversos museus portugueses e colecções privadas, participando na publicação dos respectivos catálogos: Caixa Geral de Depósitos (2006); Colecção Telo de Morais (Coimbra, 2009); Fundação Passos Canavarro (Santarém, 2009); Museu Nacional de Arte Contemporânea - Museu do Chiado (2011). É autora dos textos do catálogo de obras do Centro de Arte Moderna que se encontram em exposição na sede da Comissão Europeia em Bruxelas. Trabalhou ainda com o Millennium BCP na inventariação da sua colecção de arte. De 2004 a 2008 colaborou na elaboração do catálogo raisonné de Amadeo de Souza-Cardoso, levado a cabo por uma equipa do Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian. Participou ainda na publicação do catálogo da exposição Amadeo de Souza-Cardoso: Diálogo de Vanguardas. Prepara actualmente a sua tese de Doutoramento, que se debruça sobre o papel da Fundação Calouste Gulbenkian na promoção das artes plásticas portuguesas entre 1956 e 1969. Integra a equipa do projecto de investigação Fontes para a História dos Museus de Arte em Portugal, financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) e sediado no Instituto de História da Arte.

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Leonor Nazaré (Caldas da Rainha, 1963) é assessora e curadora no Museu Calouste Gulbenkian, Coleção Moderna, desde 1999. Nesse âmbito, comissariou até ao momento um total de 42 exposições de arte contemporânea, (entre as quais Densidade Relativa, 2005, Respublica, 1910 e 2010 Face a Face, 2010, e exposições retrospetivas de Joaquim Bravo, Rui Sanches, Fernando Azevedo ou Charrua, assumindo a coordenação da edição de muitos dos respetivos catálogos.

É doutorada em Arte Contemporânea pelo Colégio das Artes da Universidade de Coimbra (2017). Concluiu um D.E.A. (Diplôme d’Etudes Approfondis): La Philosophie et la Cité, variante Esthétique, na Universidade de Paris X, Nanterre (1997). A equivalência ao grau de Mestre em Ciências da Comunicação foi atribuída pela Universidade Nova de Lisboa. Licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (1985). É crítica de arte desde 1989: foi colaboradora permanente do jornal Expresso entre 89 e 97 e pontual de algumas revistas de arte nacionais e estrangeiras. Integrou o corpo dirigente da secção portuguesa da AICA de 2004 a 2012.

Lecionou na Universidade Autónoma de Lisboa e no Instituto Camões em Paris. Lecionou também diversos módulos na escola Ar.Co; nos Mestrados de Pintura e de Curadoria da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa e no Mestrado de Coreografia da Escola Superior de Dança de Lisboa. Lecionou ainda em diferentes graus do ensino secundário. Foi autora de vários cursos e conferências na área da arte contemporânea, num total de cerca de 50 eventos. Participou em cerca de 55 júris de concursos diversos na área artística. Publicou cerca de 90 textos, entre os quais vários textos de catálogo e textos sobre artistas, três livros sobre artistas e entrevistas e compilações de carácter enciclopédico na área da arte contemporânea. Publicou três traduções literárias.

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Nasceu em São Paulo, Brasil, em 1978.

Formada em Artes Plásticas pela FAAP (1998-2002).

Realizou, entre outras, as seguintes exposições individuais: 2018: Estacionamente, Galeria do Senac Rua Scipiã, São Paulo. 2017: Pulso, Galeria Vermelho, São Paulo; É como Dançar sobre a Arquitetura, Instituto Tomie Ohtake, São Paulo. 2016: (Co)Habitar, Casa da América Latina, Lisboa. 2013: Contratempo, Galeria Vermelho, São Paulo. 2012: Solo Project, ARCO 2012, Madrid. 2009: Rodopio, Centro Universitário Maria Antonia, São Paulo. 2006: Fauna, Paço das Artes, São Paulo. 2005: Lia Chaia, Centre de Creation Bazouges la Perouse. 2002: Experiências com o Corpo, Instituto Tomie Othake, São Paulo.

Participou igualmente em inúmeras exposições colectivas, de que se destacam as dos últimos anos como: 2018: Que Barra, Ateliê 397, São Paulo; Yoyo: Tudo o que Vai Volta, Sesc Belenzinho, São Paulo; Ação e Reação, Casa do Brasil: Colegio Mayor Universitario, Madrid. 2017: How to Remain Silent? A4 Arts Foundation, Cidade do Cabo; Past/Future/Present: Contemporary Brazilian Art from the Museum of Modern Art, Phoenix Art Museum; Metrópole: experiência Paulistana, Estação Pinacoteca, São Paulo. 2016: O Útero do Mundo, Museu de Arte Moderna [MAM SP]; Os Muitos e o Um: a Arte Contemporânea brasileira na coleção de José Olympio e Andrea Pereira, Instituto Tomie Ohtake, São Paulo; O Estado da Arte, Instituto Figueiredo Ferraz (IFF), Ribeirão Preto. 2015: Parati em Foco, Casa da Cultura de Parati; Paisagem Opaca, Museu de Arte Moderna [MAM SP]. 2014: Pinacoteca de São Paulo visita o MAC de Sorocaba, Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba; Entre Tiempos… Presencias de la Colección Jozami en el Museo Lázaro Galdiano, Museo Lázaro Galdiano, Madrid; 140 Caracteres, Museu de Arte Moderna [MAM SP]. 2013: ExpoProjeção 1973-2013, Sesc Pinheiros, São Paulo; Cleaning Up, Johanes Vogt Gallery, Nova Iorque; Circuitos Cruzados: O Centre Pompidou encontra o MAM, Museo de Arte Moderna [MAM SP]. 2012: XI Bienal Internacional de la Habana: Práticas Artísticas e Imaginários Sociales, Havana; Daquilo que me habita, Centro Cultural Banco do Brasil-Brasília. 2011: Os primeiros 10 anos – Instituto Tomie Ohtake; São Paulo; Geração 00 – A Nova Fotografia Brasileira, Sesc Belenzinho, São Paulo; Ordem e Progresso, Museu de Arte Moderna [MAM SP]. 2010: Vidéo et Aprés, Centre Pompidou, Paris; Convivências: dez anos da Bolsa Iberê Camargo, Fundação Iberê Camargo, Porto Alegre; Film and Video from Brazil, New Museum, New York.

Bolsas e residências: 2009: Currents-Art & Music, Beijing. 2005: Bolsa Iberê Camargo/ Sala de Arte Publico Siqueiros e Galeria Garash, México DF. 2003: Programa de Residência/ Artist In Residence Programme, Cité des Arts, Paris; 2002: Faxinal das Artes, Pinhão, Curitiba. Vive e trabalha em São Paulo.

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Artista plástica portuguesa, nasceu a 9 de Dezembro de 1930, no Funchal, ilha da Madeira. Frequentou aí a Escola Alemã na década de 1930. Concluiu o curso na Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa em 1956. Expôs individualmente pela primeira vez em 1955, no Funchal, participando também em algumas exposições colectivas em Lisboa. Parte para Munique em 1957, e pouco depois instala-se em Paris, com René Bertholo. Em 1958, juntamente com René Bertholo, Costa Pinheiro, João Vieira, José Escada, Gonçalo Duarte, Jan Voss e Christo, funda o grupo KWY. Regressou ao Funchal em 1983, onde reside actualmente. Algumas exposições individuais: Baden-Baden, Stattliche Kunsthalle (1966), Indica Gallery, London (1967), Moderna Galerija, Ljubljana, Akademie der Künste (1971) (com René Bertholo). Exposições colectivas (selecção): 5.ª Bienal de São Paulo (1959 e 1985); Grupo KWY, Universidade de Saarbrüken, Alemanha; SNBA, Lisboa (1960); 1.ª Bienal de Paris (1961), Diálogo, Fundação Calouste Gulbenkian, CAM, Lisboa (1985), Vraiment faux, Fondation Cartier, Paris (1988). Retrospectiva na Fundação Calouste Gulbenkian em 1992. Representou Portugal, juntamente com Francisco Tropa, na Bienal de São Paulo em 1998. Em 2000 foi-lhe atribuído o Grande Prémio EDP; e em 2003 realizou uma grande exposição no Museu de Serralves.

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Agrigento, 1867 – Roma, 1936. Foi um dos mais importantes escritores e dramaturgos italianos. Em 1934 ganhou o Prémio Nobel de Literatura. Nasceu numa família da média burguesia e seguiu os estudos de filologia românica primeiro em Roma e depois em Bona.
Logo a seguir ao casamento, a mulher Antonietta começou a manifestar sinais de transtornos mentais, o que levou o escritor a aprofundar o estudo dos mecanismos da mente e da reacção social perante a perda de equilíbrio intelectual.
A formação de Pirandello desenvolveu-se no período de passagem entre o verismo e o decadentismo, quando a fé na realidade objectiva e nas ciências cedeu o lugar à subjectividade e à sensibilidade. Este facto manifesta-se nas suas obras como drama do pensamento, que perde a capacidade de distinguir o verdadeiro do falso.

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Músico, Musicólogo, Historiador de Arte e Pintor. Estudou contrabaixo no Conservatório Nacional de Lisboa e na Academia de Amadores de Música; tem dividido a sua actividade entre a música prática, a docência e a investigação, sobretudo em Iconografia Musical. Mestre e Doutor em História da Arte – Medieval, e Licenciado em Musicologia pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. É Investigador do CESEM (Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical), integrado no seu Núcleo de Iconografia Musical (NIM), e do Instituto de Estudos Medievais (IEM); tem desenvolvido trabalhos no domínio da iconografia medieval, sobretudo iconografia musical, sendo membro fundador do Study Group for Musical Iconography da International Musicological Society, criado em Junho de 2006. Nos últimos anos tem trabalhado, sobretudo, no domínio da iluminura medieval, tendo concluído um projecto de Pós-Doutoramento centrado no estudo das Bíblias portáteis do século XIII, existentes nas bibliotecas e arquivos portugueses.

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Nascido em Lisboa, é Licenciado em Assuntos Públicos e Internacionais pela Universidade Católica de Lovaina, fez estudos pós-graduados na Escola de Estudos Asiáticos e Africanos da Universidade de Londres e obteve o grau de Doutor em Ciência Política no Instituto de Estudos Políticos da Universidade Montesquieu de Bordéus.

Tem investigado e publicado, de modo consistente, no quadro do processo de reavaliação da natureza das políticas públicas coloniais conduzidas por Portugal nos continentes asiático e africano, bem como no da reflexão sobre os comportamentos patológicos que afligem as democracias liberais contemporâneas.

Admitido no concurso diplomático na sequência da conclusão da licenciatura, abandonou o Ministério dos Negócios Estrangeiros e o serviço diplomático para se dedicar à investigação e ao ensino. Nesse contexto, concebeu e dirigiu o projecto que criou o curso de Relações Internacionais na Universidade Autónoma de Lisboa, o primeiro a ser aprovado e leccionado no ensino superior privado, em Portugal. Actualmente, lecciona nos cursos de Licenciatura em Ciência Política e Relações Internacionais e de Mestrado em Ciência Política da Universidade da Beira Interior, encontrando-se em pleno exercício do mandato de director deste último. No quadro do seu envolvimento cívico, tem desenvolvido actividade no CIDAC – Centro de Intervenção para o Desenvolvimento Amílcar Cabral, na extinta CDPM – Comissão para os Direitos do Povo Maubere, no FSP – Fórum Social Português, do qual, na sua primeira edição, foi eleito tesoureiro, e na Associação de Amizade Portugal Sahara-Ocidental.

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Artista plástico, poeta e crítico textual, nasceu em Lisboa, em 1960.

Publica capas e ilustrações em livros e periódicos desde 1986, colabora em revistas literárias, expõe individualmente e participa em exposições colecticas, e comissariou e foi consultor de diversas exposições.

Publica poesia, faz crítica textual para edições de vários autores e é um dos editores responsáveis, com Fernando Cabral Martins, Mariana Pinto dos Santos e Sara Afonso Ferreira, pela Obra Literária de José de Almada Negreiros.

 

Sobre a relação dos desenhos com a poesia em Luís Manuel Gaspar, diz-nos Rosa Maria Martelo: «Muitos dos desenhos de Luis Manuel Gaspar subentendem as palavras da poesia. Não apenas porque a surpresa que provocam pode resultar de articulações metafóricas, de um tropo que liga dois reinos para produzir um terceiro, mas também porque, em muitos casos, os desenhos se destinaram a acompanhar poemas, ou partiram de textos; e ainda porque, nas pranchas dedicadas a vários poetas, encontramos as imagens que Luis Manuel Gaspar quis que víssemos nos versos reproduzidos, ou a par deles. É um mundo onde as imagens da poesia e as imagens visuais se interpelam mutuamente. Livremente. Um mundo para ver, ler e imaginar. Fluido, delicado, irónico e inquieto. E cheio de gravidade.»

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Licenciado em Comunicação Social (curso pré-Bolonha) pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade Técnica de Lisboa (ISCSP-UTL). É mestre em ciências da comunicação sob a orientação do Professor Doutor João Mário Grilo, na especialidade de cinema e televisão, pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Iniciou em 2010 o curso de doutoramento, com o apoio da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), na mesma área e na mesma faculdade, no Centro de Estudos de Comunicação e Linguagens — CECL, sob orientação da Professora Doutora Margarida Medeiros. Organizou vários ciclos de cinema e debates e realizou a curta-metragem Lugar/Vazio em 2010, filme mostrado no festival Panorama e estreado na Cinemateca Portuguesa. É fundador e redactor regular do site de cinema À pala de Walsh e do blogue CINEdrio.

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Luís Pavão nasceu em Lisboa (1954). Licenciatura em Engenharia Eletrotécnica pelo Instituto Superior Técnico, 1981. Mestrado pelo Rochester Institute of Technology, 1989, Master of Fine Arts on Photography, Museum Science. Desde 1979 fotógrafo free lancer no ramo da fotografia de arquitetura e etnográfica, trabalho pessoal nos campos da fotografia panorâmica e impressão fotográfica por processos alternativos. Fundador e gerente da LUPA (Luis Pavão Limitada), especializada em conservação e digitalização de coleções de fotografia. É conservador das coleções de fotografia do Arquivo Municipal de Lisboa. Professor na Escola Superior de Tecnologia de Tomar, lecionando tecnologia da fotografia e processos fotográficos alternativos. Autor de Tabernas de Lisboa, Fotografias de Lisboa à Noite, Assírio e Alvim, (1979 e 1983), Conservação de Colecções de Fotografia, Dinalivro 1997, Lisboa em vésperas do terceiro Milénio, Assírio e Alvim, 2002.

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Nasceu em Coimbra em 1947.

É licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade Clássica de Lisboa (1966-1971).

É jornalista desde 1973. Foi chefe de redacção da agência ANOP (1981) e director de informação-adjunto da Agência Lusa (1990).
No que à música diz respeito, é fundador do jornal Blitz (1984), co-autor de Enciclopédia da Música Ligeira Portuguesa (Círculo de Leitores, 1998, esgotado) e Beatles em Portugal (Assírio & Alvim, 2002; Documenta, 2012), e autor de Biografia do Ié-Ié (Documenta, 2014) e Com os Beatles, caro Jó (Documenta, 2019).
É autor e/ou co-autor dos programas de rádio «Amigos de Alex» (1985-1995), nomeado para um Sete de Ouro em 1987, «Ob-La-Di Ob-La-Da» (1988-1991), nomeado para um Sete de Ouro em 1989, e «Há Horas Felizes» (1991-1993), todos na RFM, e «Mensageiro da Moita» (2000-2004), na Rádio Voxx, e «VivaMúsica» (1985-1989), na RTP.
Foi director do portal de Cultura NetParque (2000-2002).
Coordenou a compilação All You Need Is Lisboa, com versões portuguesas de canções dos Beatles (EMI, 2004), bem como as colectâneas Óculos de Sol (iPlay, 2010-2011) e Caloiros da Canção (iPlay, 2010), com música portuguesa dos anos 60.
Entrevistou duas vezes Paul McCartney a solo (1987, 1989) e viu dezasseis concertos seus (1989-2009), fez duas entrevistas a Ringo Starr (1992, 1998) e viu dois concertos seus (1992, 1998), viu um concerto de George Harrison (1992), viu John Lennon em palco (1970), entrevistou ainda cinco vezes George Martin (1990, 1993, 1994, 1995 e 1997), Derek Taylor e Neil Aspinall (1995), Geoff Emerick (1997), Sean Lennon (2007) e Allan Rouse, remasterizador da obra dos Beatles (2009).
Acompanhou a carreira dos Beatles desde o início e foi, a partir de 1966, o membro n.º 130 222 do clube de fãs oficial do grupo e, mais tarde, o n.º 2/8950E, do Wings Fun Club, de Paul McCartney.

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