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Patricia Delayti Telles nasceu no Brasil mas já é quase portuguesa. Investigadora do Centro de Estudos de Arqueologia, Artes e Ciências do Património (CEAACP) da Universidade de Coimbra e do Centro de História da Arte e Investigação Artística da Universidade de Évora (CHAIA/UE), instalou-se no Alentejo há mais de dez anos, onde adoptou a cidade de Borba e dois gatos...

Doutora em História da Arte (2015), fez Mestrado em Arts Administration pela Columbia University (Nova Iorque, 1996). Licenciou-se em economia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC/RJ, 1988), onde fez como pós-graduação uma especialização em História da Arte e Arquitetura no Brasil (1989).

Completou a investigação sobre o conde da Barca, o cavaleiro Brito e a sua relação com os artistas da “missão” francesa ao Brasil, graças a uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian (2015/2016) e à simpatia de cariocas e minhotos.

Venceu em 2011 o Dahesh Museum Prize da Association of Historians of Nineteenth Century Art (AHNCA) por uma apresentação sobre retratos de D. Carlota Joaquina na City University of New York (CUNY). Em 2016, por sua tese de doutoramento, recebeu outro prémio: Fernão Mendes Pinto, da Associação das Universidades de Língua Portuguesa (AULP).

Atualmente, continua a estudar pintura em Portugal e no Brasil, entre finais do século XVIII e o início do XIX, mas graças a uma bolsa de pós-doutoramento da Fundação para a Ciência de Tecnologia (FCT) [SFRH/BPD/115974/2016] dedica-se particularmente aos retratos em miniatura e às suas relações no contexto da pintura internacional como vetores estéticos.

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Nasceu em Aix-en-Provence no dia 19 de Janeiro de 1839. Viveu e trabalhou entre a terra natal e Paris, o verdadeiro centro de gravidade da sua criação artística e da projecção que a obra teve no seu tempo e na posteridade. Manteve, desde a juventude, uma profunda amizade com Émile Zola, que não se cansou até o convencer da sua verdadeira vocação de pintor, levando-o a contrariar a vontade e os desígnios paternos. Na escola católica Saint-Joseph adquiriu uma sólida formação clássica. Aí conheceu Henri Gasquet, pai de Joachim Gasquet, o autor de O Que Ele Me Disse... Diz-nos Aníbal Fernandes, o tradutor e apresentador desta obra, que em 2012 veio a lume na Sistema Solar: «Embora Cézanne fosse amigo de infância do seu pai, Joachim só o conheceu em Abril de 1896 (o ano do retrato onde hoje o vemos, exposto na Galeria de Arte Moderna de Praga e com um aspecto difícil de associar aos vinte e três anos de idade que nessa altura ele tinha). Entre os dois houve um convívio intenso, os quatro anos de encontros e cartas que veremos reflectidos em O Que Ele Me Disse…, aos quais outros se sucederam de relativo afastamento até ao desacordo político que em 1904 definitivamente os separou.» Morreu em Aix-en Provence no dia 22 de Outubro de 1906. 

 

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Paul Verlaine (26 anos de idade em 1870): Um tempestuoso drama, fermentado com violência verbal e tiros, nasce na palavra e na inocência de algumas cartas. Tinha havido deambulações a dois — apaixonadas e complicadas com absinto: Paris, Bruxelas e Londres. O grande poeta estragava já um casamento e dispunha-se a coleccionar uma boa dose de hospitais e prisões. (Com Rimbaud muito longe, atrás de um silêncio inquebrável, feito pelo maior desprezo perante a literatura.) Os últimos anos foram vividos num Paris de sombra, dividido pelo álcool, por amores efémeros e pela devoção do terço. Quando lhe pediram um apontamento autobiográfico, meteu lá dentro isto: A sua mãe, que outro filho não tinha, quis fazer dele advogado ou engenheiro. Deu em poeta. Teria ela razão? [Aníbal Fernandes]

 

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Doutorada em Filosofia pela Universidade de Lisboa, com a tese Ordem e Ser. Ontologia da Relação em Agostinho de Hipona (Lisboa, 2007). Investigadora no Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa, tendo colaborado, mediante publicações e organização de colóquios internacionais, em vários projectos de investigação de âmbito internacional e interdisciplinar (v.gr.: História do Pensamento Filosófico Português, dir. Pedro Calafate; Filosofia, Medicina e Sociedade, dir. Adelino Cardoso). Realizou um programa de Pós-Doutoramento na Universidade de Lisboa, sobre a presença de Santo Agostinho na tradição ocidental, tendo analisado e traduzido neste âmbito obras de Anselmo de Canterbury, Petrarca e Lorenzo Valla. Desde 2009, é Investigadora Auxiliar no Instituto de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Tem participado em diversos colóquios internacionais nas áreas da Filosofia Medieval e Escolástica Ibérica e publicado diversos artigos. É membro de várias sociedades científicas para o estudo da filosofia medieval e renascentista. Dirige projectos de investigação em Escolástica Ibérica, no domínio da Metafísica, Ética e da Filosofia do Homem. 

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Poeta e editor, nasceu em Lisboa no dia 19 de Setembro de 1953.

Começa a publicar versos aos dezanove anos de idade, ainda durante a ditadura. Da pouco mais de meia centena de títulos (não nobiliárquicos, apesar do seu espírito aristocrático) que se lhe conhecem, pode ler-se no livro Carmina [carmes], de 1995, um friso de vida literária entre surrealistas, relapsos e desertores.

A sua conflituosa passagem, quer pela imprensa periódica, ficando registada no livro Vaga (1990), quer pela estupidez crónica, com registo nos livros Judicearias e Corrida de Galgos com Lebre Mecânica (ambos de 2000), de par com os tumultos suscitados pela sua condução dos trabalhos de co-organizar e fazer imprimir a antologia poética Sião (1987), cobriram-no por um estigma público de "mau feitio" somente clarificado aquando da publicação do panegírico Narrativa, em 2009.

Paralelamente, é conhecido como editor da Frenesi, e aí - autodidacta filho de seu pai desenhador cartográfico - fez das artes gráficas uma girândola implacável no seio do nojo estético que pulula pelos escaparates das livrarias. Mas como filho de peixe para saber nadar precisa de seguir o cardume, cedo (logo em 1972) procurou e encontrou no mentor da casa & etc a esteira para os seus destino e deriva, de que deu há pouco notícia pessoal no livro de homenagem a Vitor Silva Tavares, & etc uma editora no subterrâneo.

De-novo-de-novo, há a assinalar os títulos das suas obras mais recentes (entre 2004 e 2012): novas versões de Gogh Uma Orelha Sem Mestre e de Asfalto, e Nas Alturas e O Homem Quase Novo, que fecham o ciclo-frenesi; de regresso aos velhos hábitos, publica consecutivamente na & etc A Escrita (2010), Averbamento (2011) e Versos Abrasileirados (2012).

Edições mais recentes: A Morte dos Outros (Companhia das Ilhas, 2014), Voici la Poésie ce Matin (Averno, 2014), Cal (Averno, 2015), Narrativa (Alambique, 2016), A Céu Aberto (Averno, 2017).

Por último: contra a vontade governamental, continuará a escrever na língua portuguesa.

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Paulo Pires do Vale é professor, ensaísta e curador; presidente da Associação Internacional de Críticos de Arte - Portugal.

É licenciado e Mestre em Filosofia pela FCSH - Universidade Nova de Lisboa. Dá aulas na Universidade Católica Portuguesa e na Escola Superior de Educadores de Infância Maria Ulrich.

É autor de Tudo é outra coisa. O desejo na Fenomenologia do Espírito de Hegel, Colibri, 2006; e de muitos ensaios para revistas, livros e catálogos de exposições colectivas e individuais (de Alberto Carneiro, Ana Vieira, Ana Hatherly, Carlos Nogueira, Marta Wengorovius, Rui Chafes, Fernanda Fragateiro, Tomás Cunha Ferreira, Anne-Valérie Gasc e Vasco Araújo, entre outros).

Entre as exposições que comissariou, destacamos: Ana Vieira - Muros de Abrigo, CAM-F.C.Gulbenkian, 2011; João Jacinto - Tendas no deserto, Fundação Carmona e Costa, 2011; Rui Chafes - Inferno, Galeria Esteves de Oliveira, 2011; Tarefas Infinitas, Museu Calouste Gulbenkian, 2012; Tratado dos Olhos, Atelier-Museu Júlio Pomar, 2014; Visitação. O Arquivo: Memória e Promessa, Museu de São Roque, 2014; Pliure (Prologue), Fondation C. Gulbenkian, Paris, 2015; Pliure (Épilogue), Palais des Beaux-Arts, Paris, 2015; Graça Pereira Coutinho - A outra mão, Fundação Carmona e Costa, 2015; Lourdes Castro - Todos os Livros, Museu Calouste Gulbenkian, 2015; Não te faltará a distância, Igreja de São Cristovão-CML, 2016.

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Nasceu na Ericeira, em 1966. Vive e trabalha em Santa Rita, Torres Vedras.

Frequenta o curso de Doutoramento em Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa (2009); Pós-graduação em Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa (2005); Licenciatura em Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa (1997).

Participa em exposições individuais e colectivas, no país e no estrangeiro, desde 1990.

Está representado nas seguintes colecções: BANIF MAIS, Lisboa, Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, Lisboa; Fundação PLMJ, Lisboa; Culturgest - Caixa Geral de Depósitos, Lisboa; Ar.Co – Centro de Arte e Comunicação Visual, Lisboa; ANACOM – Autoridade Nacional de Comunicações, Lisboa; Colecções privadas em Portugal, Espanha e Suíça.

 

«Tem vindo a desenvolver, desde o final da década de oitenta, um percurso artístico sólido e radicalmente individual, impermeável a modismos ou tendências diáfanas e talvez seja por isso que a sua obra não tem tido a visibilidade merecida.» [Isabel Carlos]

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Nasceu em Lisboa, em 1963.

Antropólogo, Professor do Departamento de Antropologia do Instituto Universitário de Lisboa e Professor Visitante do PPGAS da UFSC, Brasil. É investigador e Vice-Presidente do Centro em Rede de Investigação em Antropologia (CRIA). Colabora com diversas estruturas e colectivos artísticos; teve formação teatral; fez curadoria de vários eventos que pensam a relação entre arte e política em cruzamentos transdisciplinares (No Performances’s Land?, 2011; Arte e Política Reloaded, 2016; Ciclo de Cinema Cidades Rebeldes, 2018; Corpos Dissidentes, 2019). A sua investigação sobre performances culturais e estéticas, movimentos sociais, artivismo, património imaterial, espaço público foi reunida em diversas publicações nacionais e internacionais. Autor de vários livros, entre eles Por detrás da Máscara. Ensaio em Antropologia da Performance (2011, ICM), em co-autoria com Vânia Cardoso, John Dawsey e Teresa Fradique, A Terra do Não-lugar. Diálogos entre Performance e Antropologia (2014, EdUFSC – Instituto Brasil Plural). E tem neste momento no prelo um outro livro, em co-autoria com Scott Head e Allende Renck, Cidades Rebeldes. Invisibilidades, Silenciamentos, Resistências e Potências (2019, EdUFSC – Instituto Brasil Plural). Define-se como investigador-criador-activista.

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Paulo Tavares (1977) é licenciado em Línguas e Literaturas Modernas e é professor de Português e Inglês nos Ensinos Básico e Secundário. Antigo bolseiro da FCT, está actualmente a terminar uma tese de doutoramento na área dos Estudos Literários. Foi investigador do CECL (Centro de Estudos de Comunicações e Linguagens), participando no projecto «A Ficção e as Raízes da Cibercultura», e é actualmente investigador do CETAPS (Centre for English, Translation and Anglo-Portuguese Studies), ambos centros de investigação da Universidade Nova de Lisboa.
 
Para além de poeta com cinco títulos publicados (Pêndulo, Quasi Edições, 2007; Minimal Existencial, Artefacto, 2010; Linhas de Hartmann, &etc, 2011; Capitais, ed. de autor, 2012; Quinteto, AA. VV., Artefacto, 2012), Paulo Tavares é o editor das Edições Artefacto e o director da revista Agio – Cadernos de ideias, textos e imagens. É responsável pelo Departamento Literário da Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul desde 2010.

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Pedro Antonio de Alarcón nasceu a 10 de Março de 1833, em Guadix, Espanha. Em 1847 muda-se para Granada para iniciar os seus estudos universitários, mas as dificuldades financeiras da família levam-no a regressar à sua cidade natal. Embora não tivesse vocação para clérigo, a sua estada num seminário inicia-o nas lides literárias, levando-o a escrever, entre 1848 e 1849, quatro obras para teatro, que revelaram a sua criatividade e capacidade efabulatória e romântica. Em 1853 decide abandonar a via eclesiástica e rumar para Cádiz, onde virá a dirigir a revista literária El Eco de Occidente, onde incluiu os seus primeiros contos. Em 1853 funda um jornal anticlerical e antimilitarista, que chega a alcançar grande popularidade. Em 1854 encabeça o movimento liberal em Granada, encontrando-se no período mais romântico da sua vida. Em 1859 ingressa voluntariamente no exército e escreve uma série de crónicas sobre cenários de guerra que foram compiladas no livro Diario de um Testigo de La Guerra de África. Em 1865 casa-se e dez anos mais tarde é eleito membro da Real Academia Espanhola. Um derrame cerebral provoca-lhe a morte, a 19 de Julho de 1891.

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Pedro Bandeira (1970), arquitecto (FAUP 1996), é Professor Auxiliar na Escola de Arquitectura da Universidade do Minho. A Convite do Instituto das Artes e do Ministério da Cultura integrou a exposição Metaflux na representação portuguesa na Bienal de Arquitectura de Veneza (2004) e representou Portugal na Bienal de Arquitectura de São Paulo (2005). Participou na exposição «Portugal Now: Country Positions in Architecture and Urbanism» (2007) organizada pela Escola de Arquitectura, Arte e Planeamento da Universidade de Cornell (EUA). É autor do livro Projectos Específicos para um Cliente Genérico – uma antologia de trabalhos desenvolvidos entre 1996 e 2006 (Porto: Editora Dafne). Em 2007 concluiu a tese de doutoramento sob o título Arquitectura como Imagem, Obra como Representação: Subjectividade das Imagens Arquitectónicas. Foi comissário da região norte da edição 2006-2008 do Portugal Habitar, co-comissário do seminário internacional Imagens de Arquitectura e Espaço Público em Debate (FAUP, 2010) e do seminário internacional Megaestruturas: Arquitectura e Jogo, integrado no Congresso Internacional ICSA (UM, 2010). Em Dezembro de 2011 foi galardoado com o Prémio SIM (promovido pela Samsung) pelo projecto Casa Girassol, desenvolvido em co-autoria com a Arq.ª Dulcineia Santos e o Eng.º Filipe Bandeira. Mais recentemente concebeu para a Trienal de Arquitectura de Lisboa a performance The Future is the Beginning, a instalação Weisses Rauschen na Biblioteca de Arte Sitterwerk em St. Gallen e ainda a Proposta de Relocalização da Ponte D. Maria Pia em co-autoria com Pedro Nuno Ramalho.

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Pedro Cabrita Reis (Lisboa, 1956) é um dos artistas portugueses mais conhecidos da actualidade. Participou em exposições internacionais de renome: entre outras, o seu trabalho foi exposto na 9.ª Documenta de Kassel e na 24.ª Bienal de São Paulo. Em 2003, representou Portugal na Bienal de Veneza. A obra de Pedro Cabrita Reis inclui uma multiplicidade de meios, dos desenhos sobre papel utilizando grafite e pastel, passando pela pintura em grande escala, até às instalações de dimensões arquitecturais. Os meios que utiliza individualmente fluem uns nos outros sem perderem o seu carácter próprio. Esculturas transformam-se em imagens. Fotografias que surgem nas instalações conseguem abrir infinitos espaços de memória e reflexão. A «natureza» aparece no seu trabalho de uma forma extremamente filtrada, como um espaço para o pensamento. A perda da natureza como ideia referencial é uma força motivadora no trabalho de Pedro Cabrita Reis. O artista vê a arquitectura como tomando o seu lugar, e percebe-a como disciplina mental ou «exercício de realidade» através do qual nos medimos a nós mesmos e ao mundo. [Galeria Miguel Nabinho]

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Investigador e Professor na Universidade do Minho. Doutoramento em Sociologia da Cultura na FCSH, Univ. Nova de Lisboa (2002). Ensina na área de cibercultura. Principais áreas de pesquisa: museus de arte e ciência, comunicações digitais e literacias, redes sociais digitais (Web 2.0/Web 3.0), metodologias e hipermédia. Coordenador de vários projectos de investigação financiados pela FCT: Literacia Científico-Tecnológica e Opinião Pública: o caso dos museus de ciência; Comunicação Pública da Arte: o caso dos museus de arte locais/globais. Actividades em artes plásticas, cinema experimental (Paris Film Coop), hibrimédia, jogos digitais: Body Cinema (imagens e música a partir da humidade e temperatura do corpo, 1976), 2.ª pintura digital em Portugal (1985); primeira webpage cultural Portuguesa (1995); Hybrilog (blog híbrido, 2006); Jogos Sociológicos (em Flash e Action Script, 2006); Novela GeoNeoLógica (enredo fundado em GPS, 2009); Sites Social-Semânticos (2011).

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Pedro Falcão nasceu nas Caldas da Rainha em 1971.

Entre 1991 e 1995 estudou Artes Gráficas na Escola Superior de Tecnologia de Tomar e Artes Plásticas na Escola Superior de Artes e Design nas Caldas da Rainha.

No final do ano de 1995 mudou-se para Lisboa e durante dez anos trabalhou no atelier de design gráfico Secretonix de Mário Feliciano. Em 2006 funda o seu próprio estúdio Atelier Pedro Falcão em Lisboa e trabalha para instituições culturais, artistas e arquitetos. Nas várias áreas gráficas, desenvolveu trabalhos de identidade corporativa, design editorial, cartazes, sinalética de edifícios e exposições, tornando-se especialista em book design.

Ensinou Design Editorial no curso de Design Gráfico e Multimédia da escola Restart de Lisboa entre 2006 e 2015.

Em 2010/2012 foi júri dos diplomas finais da École Superieure d’Arts Graphiques et d’Architecture Intérieure Penninghen, Paris.

Participou em diversas exposições coletivas: (P) Portugal 1990/2005, Lisboa (2005); Gateways, Porto (2008); We Love Books! A World Tour, Échirolles, França (2008); 50 Books/50 Covers, AIGA, New York, USA (2009); Revolution 99/09, EXD, Lisboa (2010).

Ganhou vários prémios, a destacar: Certificate of Excellence in Typography, TDC 46, Type Directors Club of New York, USA (2000); Merit Award, Magazine Layout, Ed-Awards, Athens (2007); 50 Books/50 Covers, AIGA, American Institute of Graphic Arts, New York, USA (2009), Premier Award, ISTD, International Typographic Awards, United Kingdom (2009).

Recentemente desenhou a identidade gráfica para o Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia – Maat, fez a comunicação gráfica da Representação Oficial Portuguesa na 57.ª Exposição Internacional de Arte, La Biennale di Venezia e desenhou o livro “Vizinhança – Onde Álvaro encontra Aldo”, exposição de Álvaro Siza Vieira na Garagem Sul / CCB.

 

www.atelierpedrofalcao.com

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Professor Adjunto do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IESP-UERJ, antigo IUPERJ). Foi professor de Teoria do Direito no Programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade Gama Filho de 2011 a 2014. Doutorou-se em Ciência Política pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (antigo IUPERJ), em 2009. Durante o doutorado, estudou com bolsa sanduíche do convênio DAAD/CAPES no Otto-Suhr-Institut für Politikwissenschaft (Instituto de Ciência Política Otto Suhr) na Freie Universität Berlin (Universidade Livre de Berlim), na Alemanha. Concluiu o mestrado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, PUC-Rio, (2000) e graduou-se em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, PUC-Rio,(1997). Tem experiência de ensino e pesquisa na área de Teoria Política, Teoria do Estado e Teoria do Direito. É autor do livro Secularização Inacabada: Política e Direito em Carl Schmitt, publicado em 2011 no Brasil e também na Alemanha, em 2013, com o título Die unvollendete Säkularisierung. Politik und Recht im Denken Carl Schmitts. Também publicou em 2014 o livro Estado, Direito e Cidadania em Perspectiva Comparada.

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Pedro Lapa é professor da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e director artístico do Museu Coleção Berardo. Foi durante 11 anos director do Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado e de 2004 a 2008 curador da Ellipse Foundation. Foi também professor convidado da Escola das Artes da Universidade Católica de Lisboa. É doutorado em História da Arte pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Comissariou muitas exposições em todo o mundo, das quais se destacam as retrospectivas de Amadeo de Souza-Cardoso (Museu Pushkin, Moscovo), James Coleman (MNAC-MC, Lisboa), Stan Douglas, Interregnum (Museu Colecção Berardo, Lisboa) ou as colectivas More Works About Buildings and Food (Hangar K7, Oeiras), Disseminações (Culturgest, Lisboa), Cinco Pintores da Modernidade Portuguesa (Fundació Caixa Catalunya, Barcelona; Museu de Arte Moderna, São Paulo). Em 2001 foi o curador da representação portuguesa à Bienal de Veneza. Foi co-autor do primeiro catálogo raisonné realizado em Portugal, dedicado à obra de Joaquim Rodrigo e é autor de muitas publicações individuais sobre arte moderna e contemporânea, portuguesa e internacional. O Grémio Literário atribuiu-lhe o Grande Prémio de 2008 e o Ministro da Cultura de França, Frédéric Mitterrand, concedeu-lhe a distinção de Chevalier de l’Ordre des Arts et des Lettres, em 2010. Prémio de Crítica e Ensaística de Arte e Arquitetura AICA/fundação carmona e costa 2015/2016 (2º Prémio ex-aequo) com o livro Joaquim Rodrigo, a contínua reinvenção da pintura, editado pela Documenta em 2016.

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Pedro Ressano Garcia (1967) viveu e trabalhou em várias cidades: Rio de Janeiro, Porto, Barcelona, e São Francisco. Actualmente em Lisboa, desempenha a sua actividade profissional partilhada entre a prática do projecto, a docência e a investigação.

Iniciou o seu percurso académico como docente na Universidade da Califórnia, em Berkeley, em 1996. Actualmente é director do Departamento de Arquitectura e Urbanismo da Universidade Lusófona de Lisboa, e convidado para diversos Seminários e Conferências Internacionais.

Desde 2010 é coordenador do European Workshop on Waterfront Urban Design no âmbito da sua investigação centrada na reconversão de frentes ribeirinhas em contexto urbano. No seu atelier, em Lisboa, procura combinar teoria e prática em projectos de arquitectura, desenho urbano e no desenvolvimento de estudos e ideias para valorizar cada realidade cultural. O seu trabalho tem sido amplamente publicado em livros, revistas e encontros internacionais.

É autor do livro Plataforma Tejo – O regresso ao rio, a frente ribeirinha de Lisboa e o século XXI. Recebeu vários prémios e bolsas de instituições de prestígio, como a Fundação Calouste Gulbenkian, e em 2010 recebeu o Prémio de Arquitectura Pancho Guedes.

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Professor Titular de Filosofia da Universidade de Alcalá (História do Pensamento Antigo e Medieval). Subdirector-geral do Ministerio de Educación y Ciencia (1987-1996). Recebeu a Encomienda con Placa de la Orden de Alfonso X el Sabio, al Mérito Docente, del Ministerio de Educación y Ciencia e a Cruz José de Calasanz del Gobierno de Aragón al Mérito Educativo. Director da Sociedad de Filosofía Medieval, SOFIME (desde 2004). Membro do Conselho de Redacção da Revista Española de Filosofía Medieval (desde 2004). Presidente do V Congreso de Filosofía Medieval «El pensamiento político en la Edad Media», realizado na Universidad de Alcalá, Dezembro de 2008. Publicações desde o ano 2004: «La plenitudo potestatis en el De ecclesiastica potestate de Egidio Romano», XI Congresso Internacional de Filosofia Medieval, in Mediaevalia. Textos e estudos, 23 (2004) Porto; B. Bayona y P. Roche: Marsilio de Padua. Sobre el poder del Imperio y del Papa. El defensor menor. La transferencia del Imperio, Biblioteca Nova, Madrid, 2005. «Iglesia y poder en el De ecclesiastica potestate de Egidio Romano», Anales de Historia de la Filosofía de la Universidad, Univ. Complutense, 2007; «Temporalia et dominium ecclesiae en el De ecclesiastica potestate de Egidio Romano», in José Luis Cantón Alonso (ed.), in Maimónides y el pensamiento medieval, IV Congresso da Sociedad de Filosofía Medieval (SOFIME), Servicio de Publicaciones Universidad de Córdoba, Córdoba, 2007; «San Agustín y Egidio Romano: de la distinción a la reducción del poder temporal al poder espiritual», in Revista Española de Filosofía Medieval, XV (2008); «Dos poderes, una autoridad: Egidio Romano o la culminación del pensamiento teocrático medieval», in El Pensamiento político en la Edad Media, Fundación Ramón Areces, Madrid, 2010; «Al César lo que es del César. Dos lecturas sobre el poder temporal: Hugo de San Víctor y Egidio Romano», in Patristica et Mediaevalia, XXXI (2010); (coord.), El pensamiento político en la Edad Media, Fundación Ramón Areces, Madrid, 2010; «Desde San Agustín al agustinismo político en el De ecclesiastica potestate de Egidio Romano», in Universalità della Ragione. Pluralità delle filosofie nel Medioevo. Atti del XII Congresso Internazionaledi Filosofia Medievale de la Société Internationale pour l’Étude de la Philosophie Médiévale (SIEPM), Palermo, 17-22 settembre 2007, a cura di A. Musco e G. Musotto, vol. II.1, pp. 539-547, 2012.

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Pedro Valdez Cardoso (Lisboa, 1974), vive e trabalha em Lisboa.

Expõe regularmente desde 2001, tendo participado em inúmeras exposições individuais e colectivas em Portugal e no estrangeiro.

A obra que tem vindo a desenvolver, com um maior foco na escultura e na instalação, centra-se sobretudo em problemáticas relacionadas com a identidade (social, sexual e cultural), e questões pós-coloniais.

Encontra-se representado em diversas colecções públicas das quais se destacam: Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; Arquipélago–Centro de Artes Contemporâneas, Açores; Caixa Geral de Depósitos, Lisboa; Fundação Carmona e Costa, Lisboa; DA2-DOMUS ARTIUM 2002, Salamanca, Espanha; IVAM–Instituto Valenciano de Arte Moderna, Valência, Espanha; MUDAS-Museu de Arte Contemporânea da Madeira, Calheta, Madeira; Museu Nacional de Soares dos Reis, Porto; Fundação PLMJ, Lisboa; MACUF-Museu de Arte Contemporânea Union Fenosa, A Coruña, Espanha.

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