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Nasceu em Goa, onde fez os estudos primários portugueses e secundários ingleses. Foi para Portugal em 1968 e, posteriormente, para Angola, terminando em Luanda a sua formação liceal.

Em 1975, parte para a Áustria, onde, após ter concluído os estudos secundários, se inscreve na Geisteswissenschaftliche Fakultät da Universidade de Viena, e aí adquire o grau académico de Magister der Philosophie na variante de Estudos de Tradução (Português/Alemão/Inglês), com uma dissertação (Magisterarbeit) subordinada a um tema da área de linguística contrastiva (Alemão-Português). Após ter obtido a equiparação dos seus estudos na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, trabalhou como tradutor técnico freelance.

Actualmente, para além de exercer docência no ensino público como professor do quadro, dedica-se, paralelamente, ao estudo, tradução/divulgação de obras de autores austríacos, preferencialmente produção literária do Império Austro-Húngaro de expressão alemã e da primeira metade do século vinte. A sua tradução da obra O Processo de Franz Kafka foi seleccionada pelo Instituto Português do Livro e das Bibliotecas como obra candidata de Portugal ao Prémio Europeu de Tradução 2000 – Prémios Aristeion. Em 2003, foi-lhe atribuído um prémio pela sua actividade de tradução literária (Prämie für die Leistungen als literarischer Übersetzer) pela Chancelaria Federal da República Austríaca/Secretaria de Estado da Cultura e Comunicação Social. Tem vindo a traduzir para português várias obras de Joseph Roth, Franz Kafka e Stefan Zweig.

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Nasceu em Silvã de Cima (Sátão, Viseu) no dia 23 de Dezembro de 1949.

É licenciado em Filosofia pela Universidade de São Tomás, em Roma, e pela Universidade Clássica de Lisboa. Formou-se em Teologia em Valência, Espanha.

Foi professor de Filosofia e de Psicologia do ensino secundário e desempenhou funções de professor bibliotecário, estando actualmente aposentado.

É tradutor freelance de castelhano, italiano e catalão desde 1983. Entre outros, traduziu: José Ortega y Gassett, A Rebelião das Massas (Círculo de Leitores e Relógio D'Água, 1989); Miguel de Unamuno, Do Sentimento Trágico da Vida (Círculo de Leitores, 1989) e A Agonia do Cristianismo (Livros Cotovia, 1991); Miguel Delibes, Os Santos Inocentes (Teorema, 1991); Ramon Llul, Livro da Ordem de Cavalaria (Assírio & Alvim, 1992); Carlo Coccioli, Buda e o seu glorioso mundo (Livros Cotovia, 1992); Maria Zambrano, Os Sonhos e o Tempo (Relógio D'Água, 1994) e O Homem e o Divino (Relógio D'Água, 1995); Daniel Innerarity, A Filosofia como uma das Belas Artes (Teorema, 1996); Antoni Tàpies, A Prática da Arte (Livros Cotovia, 2002); Joanot Martorell, Tirant lo Blanc (Documenta, 1º volume, 2016; 2º volume, 2017; 3º volume, a editar em 2018). 

Foi distinguido, conjuntamente com Cristina Rodriguez, com o Prémio de Literatura Casa da América Latina 2011 pela tradução de 2666 (Quetzal, 2010), romance póstumo do escritor chileno Roberto Bolaño. Cristina Rodriguez e Artur Guerra exercem juntos a tradução, sobretudo a literária, que iniciaram com Filomeno (Dom Quixote, 1990) e A Saga/Fuga de J.B. (Dom Quixote, 1992)de Gonzalo Torrente Ballester. Contam com cerca de duas centenas de obras traduzidas (entre outros autores, de Jorge Luis Borges, Gabriel García Márquez, Camilo José Cela, Jorge Edwards, Francesco Alberoni, Luis Sepúlveda, Arturo Pérez-Reverte, Mario Vargas Llosa, Mercè Rodoreda). Da tradução de dicionários, destaque para Jean Chevalier e Alain Gheerbrant, Dicionário de Símbolos (Teorema, 1994), e Giulia Lanciani e Giuseppe Tavani, Dicionário da Literatura Medieval Galega e Portuguesa (Caminho, 1993), este último em colabração com José Colaço Barreiros.

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Lisboa, 16 de Março de 1825 – Vila Nova de Famalicão, 1 de Junho de 1890. O escritor dominou a segunda geração romântica e pode considerar-se como seu maior representante. Publicou volumes de poesia lírica nos moldes da época; poemetos satíricos mais ou menos pessoais; folhetos e amplos volumes de contundentes polémicas; dedicou-se também à crítica e à história literária, com agudo senso do ridículo e de certos factores biográficos; muito versado em problemas genealógicos, em certas miuçalhas eruditas, bibliográficas e anedotas históricas, deixou também vários volumes de investigação e miscelânea; para o teatro produziu dramas históricos e passionais, e comédias de caracteres; no jornalismo, além de folhetins, poesia e crítica literária, produziu ainda, em vários periódicos, um trabalho vasto e indiferenciado de redacção e direcção; traduziu muito; prefaciou e editou numerosas obras; deixou epistolografia vastíssima. No entanto, o género mais importante da sua obra é a novela e o conto, género em que criou algumas obras-primas e com as quais preencheu o melhor de vários volumes.

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Filipe Guerra (1948). Formação académica: Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa (curso de Filologia Românica). Université Paris VIII (Vincennes), curso de Linguística. Actividade profissional ligada à cultura e ao livro: fez parte da direcção e trabalhou na Cooperativa Livreira Esteiros a partir de 1975. Escreveu e realizou programas radiofónicos semanais sobre livros na rádio (RDP1 e Antena 2) entre 1979 e 1982. Paralelamente, colaboração em jornais e revistas literárias, com artigos publicados. Trabalho de tradução literária em Moscovo (Editorial Progresso) em 1986-1989. Trabalho editorial, de revisão literária e de tradução na Editorial Caminho (1989-1991). A partir de 1994, trabalho exclusivo de tradução do russo (em colaboração com Nina Guerra), com mais de 70 títulos traduzidos. Também traduções do francês, do espanhol e do italiano, individualmente, com mais de 40 títulos traduzidos. Prémios: em 2002, juntamente com Nina Guerra, recebeu o prémio da Sociedade Portuguesa de Autores e do Pen-Clube Português pelas traduções das obras de Dostoiévski e Tchékhov; em 2012, Nina Guerra e Filipe Guerra receberam o prémio especial do júri da revista LER/Booktailors pelas suas traduções literárias.

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Helder Moura Pereira nasceu em Setúbal, a 7 de Janeiro de 1949. Foi professor no Ensino Secundário e Assistente da Faculdade de Letras de Lisboa (Departamento de Estudos Anglo-Americanos). No King's College da Universidade de Londres, como Leitor, ensinou Literatura Portuguesa. Leccionou também Português e Técnicas de Expressão do Português nos cursos de Formação Profissional da Faculdade de Medicina Dentária de Lisboa. Ingressou no Ministério da Educação em 1986, tendo exercido funções técnicas na área da educação de adultos, nomeadamente em animação de leitura e nos grupos de planeamento e redacção da revista Forma e do jornal Viva Voz. Foi técnico superior do Ministério da Justiça, em funções no Estabelecimento Prisional de Lisboa.O seu trabalho poético tem vindo a ser publicado regularmente pela editora Assírio & Alvim, obtendo o reconhecimento do público e da crítica. É disso exemplo a atribuição de diversos prémios literários, entre eles o Prémio de Poesia Luís Miguel Nava e o Prémio de Literatura Casa da América Latina/Banif, este último pela sua tradução do livro O Inútil da Família, de Jorge Edwards. De resto, a sua actividade como tradutor é também notável e tem traduzido regularmente autores como Ernest Hemingway, Jorge Luis Borges, Sylvia Plath, Charles and Mary Lamb, Sade, Guy Debord.

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Nasceu a 26 de Abril de 1940 em Alter do Chão. Estudou Filologia Germânica na Faculdade de Letras de Lisboa (1958-64). Foi leitor de Português na Universidade de Hamburgo  entre 1965 e 1968, e docente de Literatura Alemã e Comparada na Faculdade de Letras de Lisboa (1969-86). De 1986 a 2002, foi Professor Associado Convidado da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Colaborou no jornal Público e na maior parte das revistas literárias portuguesas, bem como nalgumas estrangeiras. É ensaísta e tradutor de literatura de língua alemã. Publicou treze livros de ensaio, crítica e teoria literária, e algumas centenas de artigos. Foi Vice-Presidente do PEN-Clube Português entre 1994 e 2003; Vice-Presidente da Associação Portuguesa de Germanistas (1994-96); Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Associação Portuguesa de Tradutores  (1989-97) e da Associação Portuguesa de Literatura Comparada. Foi Professor Convidado e conferencista na Áustria, Bélgica, e em várias universidades alemãs e brasileiras. É membro de diversas organizações literárias e científicas. Recebeu numerosos prémios e condecorações nacionais e internacionais; publicou algumas centenas de artigos e ensaios, nas áreas da teoria da literatura e da tradução, das literaturas de língua alemã, da literatura comparada e da literatura portuguesa; e algumas dezenas de traduções de autores de língua alemã, especialmente poesia do século XX, teatro contemporâneo, Goethe e Walter Benjamin.

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Nasceu no dia 20 de Maio de 1950, em Lisboa. No curto período em que fez crítica de música (revistas, rádio, televisão) foi autor do programa radiofónico na RDP FM Estéreo «A Idade do Rock» (1977-1980), para o qual reuniu materiais que são grande parte da antologia bilingue de poesia Estro in Watts publicada pela Documenta. Na área cultural foi também fundador e primeiro presidente da cooperativa de produção de cinema e de produção de espectáculos Era Nova, e na área social foi presidente da SOMA-Associação Antiproibicionista, que promoveu a actual legislação de descriminalização do consumo de drogas em Portugal. Com licenciatura em Direito (Lisboa) e post-graduação em Altos Estudos Europeus pelo Colégio da Europa (Bruges), desenvolveu grande parte da sua actividade profissional na área da integração europeia, como advogado, diplomata (Bruxelas), negociador (chefe da delegação nacional nos Comités de Redacção do Tratado de Adesão de Portugal às Comunidades Europeias e do Tratado de Lisboa, respectivamente em 1985 e 2007), deputado à Assembleia da República (1991-1995), e professor universitário. Foi ainda empresário nas indústrias da construção (EUROAMER) e da requalificação ambiental (ECOSOROS), fundador e dirigente da Associação FORUM PORTUGAL GLOBAL criada para apoio da participação na Comissão Trilateral, de que foi membro.

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José An­tó­nio Palma Ca­e­tano nas­ceu em Vi­di­gueira, a 19 de Março de 1931. Li­cen­ciou-se em Fi­lo­lo­gia Ger­mâ­nica na Fa­cul­dade de Le­tras da Uni­ver­si­dade de Lis­boa em 1959 e dou­to­rou-se em Ger­ma­nís­tica pela Uni­ver­si­dade de Vi­ena em 1981.
Em 1962 tor­nou-se lei­tor de Por­tu­guês na Uni­ver­si­dade de Vi­ena, de­sem­pe­nhando es­sas fun­ções no Ins­ti­tuto de Ro­ma­nís­tica (até Se­tem­bro de 1979) e no Ins­ti­tuto de For­ma­ção de Tra­du­to­res e In­tér­pre­tes, onde pas­sou a pro­fes­sor con­tra­tado em Ou­tu­bro de 1983, cargo que exer­ceu até se ter apo­sen­tado, em 1996. En­tre 1969 e 1984, Palma Ca­e­tano foi tam­bém lei­tor de Por­tu­guês na Uni­ver­si­dade de Graz.
Na Áus­tria fun­dou, em 1965, o Clube dos Ami­gos de Por­tu­gal (nome mu­dado em 1979 para So­ci­e­dade Aus­tro-Por­tu­guesa), que ti­nha por ob­jec­ti­vos cul­ti­var a lín­gua e a cul­tura por­tu­gue­sas e con­tri­buir para o es­trei­ta­mento das re­la­ções en­tre os dois paí­ses.
É au­tor de vá­rios li­vros de en­saio e po­e­sia, bem como de ar­ti­gos pu­bli­ca­dos em re­vis­tas e co­lec­tâ­neas de es­tu­dos. En­tre os li­vros que pu­bli­cou conta-se Vi­di­gueira e o Seu Con­ce­lho – En­saio Mo­no­grá­fico, edi­tado pela Câ­mara Mu­ni­ci­pal de Vi­di­gueira, que agra­ciou en­tão o au­tor com a Me­da­lha de Honra do Mu­ni­cí­pio. Na As­sí­rio & Al­vim pu­bli­cou Re­la­ções en­tre Por­tu­gal e a Áus­tria – Tes­te­mu­nhos His­tó­ri­cos e Cul­tu­rais (em co­la­bo­ra­ção com Ludwig Scheidl) e Um Laço de Ami­zade en­tre Por­tu­gal e a Áus­tria.
O tra­ba­lho que Palma Ca­e­tano de­sen­vol­veu a ní­vel das cul­tu­ras por­tu­guesa e aus­trí­aca va­leu-lhe a Co­menda da Or­dem do In­fante D. Hen­ri­que, bem como a In­síg­nia de Ouro por ser­vi­ços pres­ta­dos à Re­pú­blica da Áus­tria (Gol­de­nes Ehren­zei­chen für Ver­di­en­ste um die Re­pu­blik Ös­ter­reich).
Gra­ças às suas mag­ní­fi­cas tra­du­ções, obras de gran­des au­to­res como Tho­mas Ber­nhard, Pe­ter Handke e Hugo von Hof­mannsthal es­tão dis­po­ní­veis para o lei­tor por­tu­guês.

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Fez o doutoramento no Departamento de Filosofia da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e o Mestrado em História Cultural e Política na mesma Universidade. Licenciado em História pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa e em Engenharia Mecânica pelo Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa. Professor Associado, desde 2012, na Faculdade de Direito da Universidade de Macau. Desde 2003, Professor Assistente na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Professor também na Universidade de Aix-Marseille. Escreveu diversos artigos sobre História, História das Ideias, Filosofia e Literatura em jornais e revistas de especialidade e é autor dos livros Introdução ao pensamento social francês do século XVIII, U.T.A.D, Vila Real (1987), A ideia de felicidade em Portugal no século XVIII, entre as luzes e o romantismo. Eticidade, moralidade e transcendência (2008). Tradutor de poesia e poeta, publicou Caligrafia imperial e dias duvidosos, Assírio & Alvim, Lisboa (2007); Os últimos lugares, Assírio & Alvim (2004), Os limites da obscuridade, Caminho (1990), O roubo da fala, Ágora (1981). Colabora com a Biblioteca Pública de Macau desde 2014.

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