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Albuquerque Mendes
Nasceu em Trancoso, em 1953. Vive e trabalha em Leça da Palmeira. Frequentou o Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (CAPC), entre 1970 e 1975, e aí realizou a sua primeira exposição individual, em 1971. Em 1974 fez a sua primeira performance. Pertenceu ao Grupo Puzzle desde a sua criação, em 1976, até à sua última exposição, em 1980. Foi um dos fundadores da Associação de Arte Espaço Lusitano, um dos mais dinâmicos lugares de revelação da jovem arte portuguesa em meados da década de 1980. Ganhou visibilidade internacional através das suas performances, tendo participado em alguns dos mais importantes festivais do género, em França, no Centro Georges Pompidou em Paris e no Simpósio de Lyon, assim como noutros países: Alemanha, Espanha, Holanda e Brasil. Prática que tem continuado até aos dias de hoje. Participou na exposição colectiva Alternativa Zero, Galeria Nacional de Arte Moderna de Belém, Lisboa em 1977; Tríptico, Europália 91, Museum van Hedendaagse Kunst, Ghent em 1991; 2ª Biennale International de Casablanca em 2014. Das exposições individuais seleccionam-se, no século XXI: Confesso, Museu de Arte Contemporânea de Serralves, Porto em 2001; Natureza e Crueldade, Museu de Arte Contemporânea de Niterói, Brasil em 2005; Caminho de Santo (com Nelson Leiner), Instituto Valenciano de Arte Moderna, Valência em 2009; La Creazione, Igreja de Santo António dos Portugueses, Roma em 2010; Eu tenho 58 anos e isso não quer dizer nada, Galeria Graça Brandão, Lisboa em 2011; den dag manden faldt net fra himlen, Galeria Nuno Centeno, Porto em 2012; Festim, Galeria Graça Brandão, Lisboa em 2013; 23 Décembre 1888, Quase Galeria, Porto em 2014; Nunca fiz uma exposição de desenhos, Centro para os Assuntos de Arte e Arquitetura, Guimarães em 2015; Rosebud, Quarto22, Colégio das Artes, Coimbra em 2016; Jugglers – Problemas e Insolvência, Galeria Graça Brandão, Lisboa em 2017; Na inquietude do desejo, Museu Nacional Soares dos Reis, Porto em 2018; Fogo, Casa Museu Teixeira Lopes, Vila Nova de Gaia em 2019; No chão do paraíso, Auditório Municipal de Gondomar, Gondomar em 2020; Corpo de Performance, Museu de Vila Velha, Vila Real em 2021; O homem que vê aviões debaixo da terra, Espaço Concreto, Póvoa de Varzim em 2022; Paraíso das dores, Galeria Nuno Centeno, Porto em 2023.
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Born in Trancoso in 1953. Today he lives and works in Leça da Palmeira. Between 1970 and 1975 he frequented Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (CAPC), where he debuted his first solo exhibition, in 1971. His first performance was in 1974. He became a member of Grupo Puzzle from inception in 1976, until its final exhibit, in 1980. He also was one of the founders of the Associação de Arte Espaço Lusitano, one of the most dynamic places for the unveiling of young Portuguese art in the mid-1980’s. He gained international prominence through his performances, participating in some of the genre’s most notorious festivals, in France, at the Centre Georges Pompidou in Paris and in the Symposium of Lion, as well in other nations: Germany, Spain, Netherlands and Brazil. It’s a practice that he continues to this day. He participated in the collective exhibitions Alternativa Zero, in the National Gallery of Modern Art of Belém, Lisbon in 1977; Tríptico, Europália 91, Museum van Hedendaagse Kunst, Ghent in 1991; 2nd International Biennale of Casablanca in 2014. A selection of his solo exhibits in the 21st century include: Confesso, Museu de Arte Contemporânea de Serralves, Oporto in 2001; Natureza e Crueldade, Museu de Arte Contemporânea de Niterói, Brazil in 2005; Caminho de Santo (with Nelson Leiner), Instituto Valenciano de Arte Moderna, Valencia in 2009; La Creazione, Igreja de Santo António dos Portugueses, Rome in 2010; Eu tenho 58 anos e isso não quer dizer nada, Galeria Graça Brandão, Lisbon, in 2011; den dag manden faldt net fra himlen, Galeria Nuno Centeno, Oporto, in 2012; Festim, Galeria Graça Brandão, Lisbon in 2013; 23 Décembre 1888, Quase Galeria, Oporto in 2014; Nunca fiz uma exposição de desenhos, Centro para os Assuntos de Arte e Arquitetura, Guimarães in 2015; Rosebud, Quarto22, Colégio das Artes, Coimbra in 2016; Jugglers – Problemas e Insolvência, Galeria Graça Brandão, Lisbon in 2017; Na inquietude do desejo, Museu Nacional Soares dos Reis, Porto in 2018; Fogo – Casa Museu Teixeira Lopes, Vila Nova de Gaia in 2019; No chão do paraíso, Auditório Municipal de Gondomar, Gondomar in 2020; Corpo de Performance, Museu Vila Velha, Vila Real in 2021; O homem que vê aviões debaixo da terra, Espaço Concreto, Póvoa de Varzim in 2022; Paraíso das dores, Galeria Nuno Centeno, Oporto in 2023. ARTIGOS RELACIONADOS
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