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É um publicitário brasileiro.

Autor, diretor de criação e co-autor de campanhas como Itaú o Banco Eletrônico, Atari o Inimigo n.º 1 das Crianças, Unibanco o Banco Único, Casais Unibanco, Cachorro da Cofap, dezenas de filmes do Garoto Bombril, campanha de contra-capas de revistas Bombril (que se tornou o livro 1001 Anúncios de Bombril) entre centenas de outras para empresas como O Boticário, Natura, Mercedes Benz, Fiat, BMW, Ferrari, Editora Globo. Paralelamente criou dezenas das disputadas camisetas W/Brasil, de capas de discos e de livros…

Ainda na W/Brasil, foi responsável pela criação de outras centenas de anúncios e comerciais memoráveis que podem ser vistos nos anuários do Clube de Criação de São Paulo das últimas décadas. O filme Hitler (1989), criado em parceria com Nizan Guanaes para a Folha de S. Paulo é um dos dois únicos comerciais brasileiros que constam entre os 100 maiores comerciais do mundo em todos os tempos.

Em 1991, em protesto contra os "anúncios fantasma" (falsos comerciais feitos para vencer festivais de publicidade), criou editou e produziu o gibizão, um enorme livro com os trabalhos feitos naquele ano pela W/Brasil sob o título "A W/Brasil Mata a Cobra e Mostra o Pau", hoje um item de colecionador da publicidade brasileira.

O início: começou a trabalhar em publicidade como redator e diretor de arte em 1966, aos 15 anos, passando por várias agências como: Panam, Delta, HotShop, Lintas, Almap.

Em 1975, já como diretor de arte consagrado e reconhecido nacional e internacionalmente, chegou a largar a publicidade para se dedicar às artes plásticas, porém ao ver a qualidade de obras de artistas contemporâneos como De Kooning, Bacon, Freud, Rothko, Hockney, Dubuffet, Kiefer, LeWitt, Cornell… (que, aliás, "inspiram" obras de dezenas de novos pseudo-artistas até os dias de hoje), e também percebendo a manipulação do mercado de arte, decidiu, em 1982, retornar à publicidade.

Atendendo a reiterados convites de seus amigos Washington Olivetto e Francesc Petit, foi fazer dupla com Olivetto na DPZ, onde permaneceu até 1986. Ainda naquele ano foi ser Vice Presidente nacional da SGB de Sani Sirotsky e Calé, onde, em 6 meses, conquistaram cinco contas e ganharam o prémio de melhor anúncio do ano.

Após a saida de Gabriel da DPZ, coincidentemente Javier LLussá Ciuret, fundador e ex presidente da Gelato e ex diretor administrativo da DPZ, convidou Washington associar-se à GGK. Ainda em 1986, a GGK passou a chamar-se W/GGK, para a qual imediatamente chamaram Gabriel Zellmeister para ser co-diretor de criação.

Em 1989, quando a W/GGK já estava consagrada como a melhor e a mais premiada agência do Brasil — e entre as cinco melhores do mundo —, Javier, Gabriel e Washington compraram a participação acionária dos suíços, formando a W/Brasil.

Os três sócios lideraram a empresa por mais dezoito anos transformando-a naquela que foi considerada a melhor e mais premiada agência do mundo, colecionando cases de sucesso e fazendo campanhas que até hoje permanecem entre as mais notórias da história da propaganda brasileira e da publicidade mundial.

No início dos anos 90 formaram a Prax Holding adquirindo participação acionária nas agências Lew Lara, Registrada, Guimarães Profissionais, Thymus Branding, Agencia Escala.

Em 2007 Gabriel e Javier afastaram-se da W/Brasil para, em 2008 finalmente saírem da sociedade, doando suas participações acionárias. Em 2010 a McCann Erickson assumiu a W/ alterando sua marca para W/McCann.  

Atua como empresário e conselheiro estratégico; é colecionador de arte; apenas faz trabalhos esporádicos de criação pro-bono para algumas editoras e empresas com as quais "sente afinidade intelectual e de postura social".

Dos seus projetos editoriais podemos destacar: fac-símile d'O Perfeito Cozinheiro das Almas deste Mundo… — Diário coletivo da garçoniniére, de Oswald de Andrade, várias capas de álbuns de música entre as quais diversas para Jorge Ben Jor, e para o Ben Jor também alguns figurinos (camisolas da banda), posters para eventos, diversos catálogos para exposições de arte, capas de livros desde O Fiel e a Pedra, de Osman Lins, até Vergonha dos Pés, primeiro livro de Fernanda Young. Em fotografia, os mais notáveis foram Fachadas (na França Façades) e Paisagens Impressões — O Semi-Arido Brasileiro, de Anna Mariani, e agora o Not Yet do Pedro S. Lobo.

Vive entre São Paulo, Nova Iorque e Lisboa. 

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Nasceu em 1991. Vive e trabalha entre Lisboa e o Porto.

É licenciado em Artes Plásticas — Pintura pela Faculdade de Belas-Artes do Porto, instituição que lhe atribuiu o prémio Aquisição de Artes Plásticas 2012/2013.

Na produção do seu trabalho recorre a diferentes meios, estruturando a sua prática a partir do pensamento e organização de uma pintura, onde cruza com a poesia visual, imagens digitais, e a instalação-performance.

Tem exposto o seu trabalho com regularidade em diferentes exposições e projectos curatoriais, destacando-se os seguintes: «Clube de Poesia», exposição individual com curadoria de Ricardo Nicolau, Museu de Serralves, Porto (2019); «Síntese Activa», curadoria de Duarte Sequeira e Guilherme Braga da Cruz, Forum Arte Braga, Braga (2019); «Haus Wittgenstein», curadoria de Nuno Crespo, MAAT, Lisboa (2018); «1000 IMAGENS; A word is worth a thousand pictures», curadoria de Alexandre Melo, Cristina Guerra Contemporary Art, Lisboa (2018); «H», exposição individual, Balcony Gallery, Lisboa (2018); «Abençoado Desalinho» solo project SP-ARTE 2018, curadoria Luiza Teixeira de Freitas; «Género na Arte: Corpo, Sexualidade, Identidade, Resistência», Museu Nacional Arte Contemporânea — Museu do Chiado, Lisboa (2017); «O que eu sou», com curadoria de Inês Grosso e Luiza Teixeira de Freitas, MAAT, Lisboa (2017).

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O ilhas é um estúdio de design gráfico fundado por Catarina Vasconcelos e Margarida Rêgo. O ilhas vive entre Lisboa e Londres e tem vindo a desenvolver um trabalho gráfico com vários artistas e instituições culturais.

O trabalho realizado pelo ilhas inclui direcção de arte, design editorial, identidade, design digital, design de exposições e pesquisa. Trabalhando com atenção aos detalhes, o trabalho desenvolvido pelo estúdio procura sempre atender à singularidade de cada projecto.

Trabalhando com várias instituições, os clientes do ilhas incluem o 1-54 Contemporary African Art Fair, Helen Hamlyn Center for Design Royal College of Art, Londres, Fundação EDP, MAAT – Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia, Atelier-Museu Júlio Pomar, Galerias Municipais do Porto, Galeria Nuno Centeno, Fundação Carmona e Costa, Teatro do Vestido, MNAC – Museu Nacional de Arte Contemporânea/Museu do Chiado, Boom Festival, Agência de Cinema de Portugal, Teatro Municipal Maria Matos, Trienal de Arquitectura de Lisboa, Festival Unknown Pleasures em Berlim. Desde 2015, o ilhas é responsável pela estratégia de design e coordenação da produção gráfica da exposição 1-54 Contemporary African Art Fair em Londres, Nova Iorque e Marraquexe. Desde 2009 fazem a direcção de arte da revista Cine Qua Non.

O estúdio ilhas desenvolve um extenso trabalho no cinema português, trabalhando com diferentes directores e instituições, entre eles a APR (Associação Portuguesa de Cineastas), Terratreme, O Som e a Fúria, Uma Pedra no Sapato, e os realizadores Cláudia Varejão, Manuel Mozos, Salomé Lamas, Susana Sousa Dias, entre outros. Os livros Zona – An investigation report, Misho, Carlos Relvas Vistas Inéditas e Boom Festival: 20 years foram seleccionados para o concurso Stiftung Buchkunst «Best Book Design from all over the World», que teve lugar em 2019 e 2020 em Leipzig, Alemanha.

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Nasceu nas Caldas da Rainha, em 1971.

Estudou Artes Gráficas na Escola Superior de Tecnologia de Tomar e Artes Plásticas na Escola Superior de Artes e Design nas Caldas da Rainha (1991-1995).

No final do ano de 1995, mudou-se para Lisboa e durante dez anos trabalhou no atelier de design gráfico Secretonix, de Mário Feliciano. Em 2006, funda o seu próprio estúdio Atelier Pedro Falcão, em Lisboa, e trabalha para instituições culturais, artistas e arquitectos. Nas várias áreas gráficas, desenvolveu trabalhos de identidade corporativa, design editorial, cartazes, sinalética de edifícios e exposições, tornando-se especialista em book design.

Ensinou Design Editorial no curso de Design Gráfico e Multimédia da escola Restart de Lisboa (2006-2015).

Foi júri dos diplomas finais da École Superieure d’Arts Graphiques et d’Architecture Intérieure Penninghen, Paris (2010/2012).

Participou em diversas exposições coletivas: (P) Portugal 1990/2005, Lisboa (2005); Gateways, Porto (2008); We Love Books! A World Tour, Échirolles, França (2008); 50 Books/50 Covers, AIGA, New York, USA (2009); Revolution 99/09, EXD, Lisboa (2010).

Ganhou vários prémios, a destacar: Certificate of Excellence in Typography, TDC 46, Type Directors Club of New York, USA (2000); Merit Award, Magazine Layout, Ed-Awards, Athens (2007); 50 Books/50 Covers, AIGA, American Institute of Graphic Arts, New York, USA (2009), Premier Award, ISTD, International Typographic Awards, United Kingdom (2009).

Desenhou a identidade gráfica para o Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia — Maat, fez a comunicação gráfica da Representação Oficial Portuguesa na 57.ª Exposição Internacional de Arte, La Biennale di Venezia e desenhou o livro Vizinhança — Onde Álvaro encontra Aldo, exposição de Álvaro Siza Vieira na Garagem Sul / CCB.

www.atelierpedrofalcao.com

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