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BILLY BUDD, MARINHEIRO
01-09-2014
«Como sempre, a apresentação de Aníbal Fernandes é um valor acrescentado a esta edição de Billy Budd, Marinheiro, texto que só mais de 20 anos após a morte de Melville seria trazido a público. A história trágica de um marinheiro cuja beleza, bondade e inocência acabam castigadas num mundo demasiado humano onde a Lei vigora acima da Justiça.» Ana Cristina Leonardo, «Actual»/Expresso «Derradeira realização de Melville, Billy Budd, que ficaria inédito até 1924, manteve-se em estado inacabado, o que apenas adensa o mistério de um livro que deixa no ar a dúvida, com uma linguagem que dá um perturbante realce a “uma profundidade de poço” (p.89), ou que se entretém em descrições de uma sensualidade sempre suspensa entre a contenção e a perversidade – “Debaixo das margaridas gratificadas com vermelho pode haver uma armadilha.”»
Hugo Pinto Santos, Time Out Lisboa
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