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AUTOBIOGRAFIA
01-09-2014
«Aqui está um escritor a assinar pelo seu próprio punho as memórias do seu passado. Abstenham-se os que iriam ao engano. Nada da gordura habitual do género biográfico. Nestas mais de 500 páginas, apena osso, osso duro de roer.» Ana Cristina Leonardo, Expresso
«O estilo não é erudito, mas acessível e feroz, apostado em dizer tudo, numa tentativa de verdade sem comiseração. Estilisticamente, predomina o parágrafo único, com uma retórica bem calibrada de itálicos e repetições. A prosa é elegante e selvagem».
Pedro Mexia, Expresso
«Ficção e biografia sempre andaram juntas nas narrativas de Thomas Bernhard, como se ambas participassem da grande encenação da sua escrita enquanto arte. Em Autobiografia, o austríaco usa o biográfico como material reinventado para compreender o mundo. Uma mistura explosiva de ressentimento e exclusão, de abandono e de privação, alimenta estas geniais narrativas das origens.»
José Riço Direitinho, «Ípsilon»/ Público |
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