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Bernardo Pinto de Almeida
Poeta e ensaísta, nasceu em 1954. Prémio AICA/Fundação Calouste Gulbenkian de Crítica de Arte (1983). Catedrático jubilado de Teoria e História da Arte na Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto. Organizou a colecção de arte portuguesa contemporânea do MEIAC – Museo Extremeño Ibero-Americano de Arte Contemporaneo (Badajoz, Espanha), integrou a Comissão de Compras da Fundação de Serralves (1990-1996), onde fez a curadoria de diversas exposições. Entre 1997 e 2001, foi director artístico da Fundação Cupertino de Miranda onde fundou o Centro de Estudos do Surrealismo e organizou várias exposições. Membro do Conselho de Administração da Fundação Berardo em representação do Estado (2005-2009). Organizou, como comissário independente, mais de uma centena de exposições em museus e instituições em Portugal e Espanha. Prefaciou mais de quatro centenas de catálogos em Portugal e no estrangeiro. Dirigiu a colecção «Caminhos da Arte Portuguesa no Século XX» (quarenta volumes publicados) na Editorial Caminho. Colaborou nas revistas Lapiz, Arte y Parte (Espanha), Artforum e Contemporanea (EUA). Publicou diversas recolhas de poesia e vários livros de ensaio de que destaca: Poesia: A Noite, Relógio D'Água, Lisboa, 2006; Negócios em Ítaca, Relógio D'Água, Lisboa, 2012; A Ciência das Sombras, (Poesia 1975-2006), Relógio D'Água, Lisboa, 2018. Ensaio: Imagem da Fotografia, Assírio & Alvim, Lisboa, 1996; Immagine della Fotografia, Jouvence, Roma, 2006, Relógio D'Água, prefácio de António Tabucchi, Lisboa, 2014; O Plano de Imagem, Assírio & Alvim, Lisboa, 1996; As Imagens e as Coisas, Campo das Letras, Porto, 2002; Quatro Movimentos da Pele, Campo das Letras, Porto, 2004; Força de Imagem — O Surrealismo, Campo das Letras, Porto, 2006; Arte Portuguesa no Século XX — Uma História Crítica, Coral Books, Porto, 2016; Arte e Infinitude – O Contemporâneo entre a Arkhé e o Tecnológico, Relógio D'Água, Lisboa, 2018. João Queiroz — A Substância da Paisagem, Documenta, Lisboa, 2025; Desenhos de Teixeira de Pascoaes — Uma Dramaturgia de Espectros, Documenta, Lisboa, 2026; Marilyn — Ninfa e Dasein, Documenta, Lisboa, 2026. ARTIGOS RELACIONADOS
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