0,00€
A | B | C | D | E | F | G | H | I | J | K | L | M | N | O | P | Q | R | S | T | U | V | W | X | Y | Z
Livros relacionados
 

Manoel de Oliveira Paiva [Ceará, 1861-Ceará, 1892] começa a sua actividade literária enquanto estuda na Escola Militar no Rio de Janeiro, fundando nessa altura a revista A Cruzada, onde publicou o seu folhetim Tal Filha, Tal Esposa. No entanto, dois anos mais tarde, tem de abandonar a Escola Militar por sofrer de tuberculose. Regressa então ao Ceará onde, enquanto jornalista, luta pelo abolicionismo. Paralelamente, intensifica a produção literária através de contos, crónicas e sonetos. Em 1889 é publicado em folhetins no jornal Libertador o seu romance de estreia, A Afilhada, e, três anos mais tarde, deixa pronto um novo romance, Dona Guidinha do Poço, que contudo só viria a ser publicado em 1952. Esta obra é considerada um dos mais marcantes romances do naturalismo brasileiro.

Livros relacionados
 
Livros relacionados
 
Livros relacionados
 
 
 

Nasceu em Lisboa a 12 de Janeiro de 1954.

Estudou pintura (ESBAL) e Sociologia (ISCSP) em Lisboa. Em Nova Iorque, completou o Whitney Museum of American Art Independent Study Program (1980/81) e estudou História de Arte na New York University (B.A. 1983) e no Institute of Fine Arts/NYU (M.A. 1985, com especialização em arte contemporânea).

Foi responsável pelas aquisições da Colecção de Arte Contemporânea Portuguesa da Fundação Luso-Americana, Lisboa (1986-2005).

Num regime eventual, escreve sobre arte e comissaria exposições, participando também em conferências, seminários e colóquios na área da Teoria, História e Crítica de Arte.

Desde 1994 é Director Executivo do Ar.Co – Centro de Arte e Comunicação Visual, Lisboa, onde exerce actividade lectiva como coordenador do Curso Avançado de Artes Plásticas.

Livros relacionados
 
 
Livros relacionados
 
 

Poeta, ensaísta, tradutor e professor universitário, nasceu em Évora, em Dezembro de 1945. 

Licenciou-se em Filologia Românica pela Universidade de Lisboa, tendo-se doutorado com a tese sobre a poética de Francis Ponge, em 1987. É professor na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, desenvolvendo trabalho nas áreas da Literatura Portuguesa, Literatura Francesa e Teoria da Literatura. É membro da Associação Internacional de Literatura Comparada e fundador da Associação Portuguesa de Literatura Comparada. 

Pertenceu às redacções das revistas  O Tempo e o Modo e  Letras e Artes e foi colaborador permanente do Jornal Crítica, entre 1961 e 1971. Foi fundador das revistas Ariane (revue d’études littéraires françaises), que se publica desde 1982, e Dedalus, da Associação Portuguesa de Literatura Comparada, desde 1991). É coordenador editorial da revista Vértice desde 1988. 

Tem reconhecida obra no domínio do ensaio, designadamente sobre Fernando Pessoa, Carlos de Oliveira, Nuno Bragança, Maria Velho da Costa, Luiza Neto Jorge e Gastão Cruz. Estreou-se como poeta aos 45 anos, em 1990, com Dois Sóis, A Rosa - A Arquitectura do Mundo. Seis anos depois, publicou Mapas - O Assombro e a Sombra. Mas foi com Teatros do Tempo que o eco da sua obra se alargou. 

 

 

Livros relacionados
 

(Barcelona, 1970). Doutor em Filosofia pela Universidad Pontificia de Salamanca, realizou estudos de filosofia no Institut Catholique de Paris, na École Pratique des Hautes Études, Section V, «Sciences Religieuses» e na Université de Paris 1 (Pantheon-Sorbonne). Tem efectuado estudos teológicos em diversos centros de Espanha, França e Portugal. Professor de diversos centros universitários no Equador e em Espanha: na Universidad Internacional FLACSO (Facultad Latinoamericana de Ciencias Sociales) e na Pontificia Universidad Católica del Ecuador, e Professor Estável da Área de Filosofia do Instituto Superior de Ciências Religiosas de Mérida-Badajoz, assim como Professor Ordinário da Área de Filosofia do Instituto Teológico «San Pedro de Alcántara» de Cáceres (centros da Universidad Pontificia de Salamanca). Actualmente, é Investigador Auxiliar (Programa C-2008 de FCT) no Instituto de Filosofia, da Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Colabora com diversas revistas de filosofia, de pensamento medieval e franciscano. Actividade do projecto de investigação, Iberian Scholastic Philosophy at the Crossroads of Western Reason: The Reception of Aristotle and the Transition to Modernity (ISPCWR — Ref.: PTDC/FIL-FIL/109889/2009). Entre as suas publicações podemos assinalar: La creación en Buenaventura. Acercamiento filosófico a la metafísica expresiva del ser finito (Grottaferrata — Roma, 2005).

Livros relacionados
 
Livros relacionados
 
Livros relacionados
 

Artista plástico, músico e artista de variedades, Manuel João Vieira nasce em Lisboa, onde vive e trabalha. Como Manuel Vieira, a sua arte é hiperfigurativa.

Completa o curso de pintura da ESBAL, onde é co-fundador do grupo Homeostética, com Pedro Proença, Pedro Portugal, Fernando Brito, Ivo e Xana, em 1983. Este histórico movimento é o ponto de exclamação e interrogação da arte dos anos 80 em Portugal.

Posteriormente sê-lo-á também dos grupos Ases da Paleta (1989), com Pedro Portugal, Fernando Brito e João Paulo Feliciano. Nele assume o nome de Sanita Pintor, aludindo ao mítico Santa Rita, caricaturando algumas correntes mais ou menos icónicas da arte contemporânea da época (completamente diferentes das de hoje em dia).
Funda o movimento Orgasmo Carlos (2004), que com as suas quatro históricas exposições inventa a Arte Masculinista, por oposição à Arte Feminista, e se assume como canto do cisne do Pintor Macho Latino Provinciano. Os membros do grupo são artistas desconhecidos e as suas obras irreconhecíveis, sendo estas assinadas por todos, simplesmente, como «Orgasmo Carlos».
Parte integrante e seguidamente dissidente do Movimento Bolista, rompe com este devido à atitude dos seus membros que se recusaram a executar quaisquer obras assim como a fazer exposições. «A nossa Não-Arte é para o Não-Espectador», afirmam. Vieira discorda dessa atitude e funda o movimento neobolista, do qual será até hoje o único elemento.
Executa a performance Candidato Vieira, com a participação de Pedro Portugal e Filipe Melo, assim como de Fernando Brito e Pedro Proença, em 2001, na qual se candidata à Presidência da República portuguesa com um programa absurdo e, por vezes, caricatural, percorrendo o país, estabelecendo assim de facto uma ponte entre o universo da política, os media e a pura ficção. O seu leite-motivo é «Só desisto se for Eleito» ou «Um país de dez milhões de navegadores solitários».
Na área da música ligeira, como performer, escritor e compositor, organiza os grupos de música Ena Pá 2000, Os Irmãos Catita, Corações de Atum, O Lello Perdido e o Quarteto 4444, entre outros. Nas suas performances em palco experimenta passar do estado de sobriedade absoluta até ao de semi-inanição alcoólica, contando a história da sua vida, que sempre que ganha contornos diferentes neles encarna heterónimos como Lello Minsk ou Elvis Ramalho. Só acaba as performances depois de todos os outros músicos e o próprio público saírem da sala.
Entre outros objectos de Vídeo Arte, realiza o pindérico programa de televisão de vanguarda «Portugal Alcatifado», no canal Q, sem qualquer sucesso comercial, investindo a maior parte da sua fortuna pessoal. Participa em vários filmes portugueses para tentar recuperar dinheiro.
Na sua última exposição, na Cordoaria Nacional, reproduziu a sua casa/atelier à escala 100/100, com todo o respectivo recheio, sem esquecer mesmo o pó ou o lixo, numa ossatura de carpintaria de teatro executada pelo mestre Fernando Abreu, e viveu lá, sendo filmado em directo 24 horas por dia.
Tem obras na colecção do Museu de Serralves, Fundação Ilídio Pinho, FLAD e Portugal Telecom.
Livros relacionados
 

Nasceu em Lisboa em 1944 e estudou na Escola de Artes Decorativas António Arroio.

Instalou-se em Paris no final dos anos 60 onde foi assistente de René Bertholo e conheceu Lourdes Castro. Nas décadas de 70 e 80 colaborou no Teatro de Sombras de Lourdes Castro com a criação de dispositivos de iluminação e partilhando a autoria das obras As Cinco Estações, 1976-80, e Linha de Horizonte, 1981-85.

O trabalho de Manuel Zimbro foi exposto em seis momentos: Torrões de Terra, Assírio & Alvim, Lisboa, 1995; história secreta da aviação, Porta 33, Funchal, 1997; história secreta da aviação, Assírio & Alvim, Lisboa, 1998; história secreta da aviação, Galeria Lino António, Escola Artística António Arroio, Lisboa, 2005; À Luz da Sombra, Museu de Arte Contemporânea da Fundação de Serralves, Porto, 2010; e Linha de Horizonte, Chiado 8, Lisboa, 2013.

Aproximou-se do pensamento de David Bohm e do budismo zen, cuja filosofia divulgou em Portugal. Em 1993 organizou com Pedro Morais a exposição Sutra do Coração. Caligrafia do mestre zen Hôgen Daidô no Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian. Co-traduziu e coordenou os livros Folhas Caem, um Novo Rebento e No caminho aberto, ambos da autoria de Hôgen Yamahata. Em 2003 coordenou a edição do volume colectivo Desenho com Nuno Faria, uma iniciativa da Fundação Carmona e Costa.

Morreu em 2003 na Ilha da Madeira.

Livros relacionados
 
 
 

Docente da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa desde 1984, onde tem lecionado diversas disciplinas na área da Biologia Vegetal.

Especialista em taxonomia, sistemática, biogeografia e ecologia de briófitos de Portugal e da Macaronésia.
O trabalho de investigação que tem desenvolvido compreende a ecologia das comunidades de briófitos, com interesse especial pela avaliação de parâmetros ambientais. Tem igualmente colaborado na determinação e aplicação de critérios de vulnerabilidade em espécies de briófitos de Portugal continental e da Macaronésia, visando a valorização e a conservação do património natural. Os aspetos relacionados com a avaliação de afinidades biogeográficas, em particular dos padrões de colonização e processos de diversificação e origem de espécies da flora de Portugal e da Macaronésia, têm sido igualmente desenvolvidos.
De referir ainda, investigação aplicada através da biomonitorização ambiental por meio de briófitos e líquenes. Tais estudos têm possibilitado o reconhecimento destes organismos como indicadores biológicos da qualidade do ar, da água e de alterações climáticas. Tem ainda desenvolvido estudos de certificação de cartografia de grandes unidades da vegetação, por meio de bioindicadores.

Publicou cerca de 80 artigos em revistas internacionais com arbitragem científica. Colaborou na publicação de 6 livros e em 15 capítulos de livros.

Livros relacionados
 
Livros relacionados
 
 
 
Livros relacionados
 

Possui graduação em História pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1986), mestrado em Letras (Língua e Literatura Alemã) pela Universidade de São Paulo (1991), doutoramento em Teoria Literária e Literatura Comparada pela Freie Universität Berlin (1996), pós-doutoramento pelo Zentrum Für Literaturforschung Berlin (2002) e por Yale (2006). É Professor titular de Teoria Literária na UNICAMP e pesquisador do CNPq. É autor dos livros Ler o Livro do Mundo. Walter Benjamin: romantismo e crítica poética (Iluminuras/FAPESP, 1999, vencedor do Prêmio Mario de Andrade de Ensaio Literário da Biblioteca Nacional em 2000), Adorno (PubliFolha, 2003), O Local da Diferença. Ensaios sobre memória, arte, literatura e tradução (Editora 34, 2005, vencedor do Prêmio Jabuti na categoria Melhor Livro de Teoria/Crítica Literária 2006), Para uma crítica da compaixão (Lumme Editor, 2009) e A atualidade de Walter Benjamin e de Theodor W. Adorno (Editora Civilização Brasileira, 2009); organizou os volumes Leituras de Walter Benjamin (Annablume/FAPESP, 1999; segunda edição 2007), História, Memória, Literatura: o Testemunho na Era das Catástrofes (UNICAMP, 2003) e Palavra e Imagem, Memória e Escritura (Argos, 2006); co-organizou Catástrofe e Representação (Escuta, 2000), Escritas da violência. Vol. I: O testemunho (7Letras, 2012) e Escritas da violência. Vol. II: Representações da violência na história e na cultura contemporâneas da América Latina (7Letras, 2012); Imagem e Memória (Belo Horizonte: FALE/UFMG, 2012). Traduziu obras de Walter Benjamin (O conceito de crítica de arte no romantismo alemão, Iluminuras, 1993), G.E. Lessing (Laocoonte. Ou sobre as Fronteiras da Poesia e da Pintura, Iluminuras, 1998), Philippe Lacoue-Labarthe, Jean-Luc Nancy, J. Habermas, entre outros. Possui vários ensaios publicados em livros e revistas no Brasil e no estrangeiro. Foi Professor Visitante em Universidades no Brasil, Argentina, Alemanha e México. Actua principalmente nos seguintes temas: romantismo alemão, teoria e história da tradução, teoria do testemunho, literatura e outras artes, teoria dos media, teoria estética dos séculos XVIII ao XX e a obra de Walter Benjamin.

Livros relacionados
 
 
 
 
 

Professora Associada com Agregação, do Departamento de Ciências da Comunicação da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.
Participa em colóquios e seminários nas áreas da Semiótica, da Cultura e da Textualidade.
Responsável pelas unidades curriculares: Textualidades, Crítica e Leitura (Licenciatura) e Culturas do Eu e Co-responsável por Práticas e Representações do Corpo (Mestrado).
Publicações recentes:
La traversée de la langue – le Livre de l’Intranquillité de Fernando Pessoa, Covilhã, LabCom Books, 2011.
- Coordenadora, com Margarida Acciaiuoli das Actas do Congresso Arte & Melancolia, Lisboa, IHA/CECL, 2011.
- 2013, «A lógica da in-diferença: Bartleby/ Bernardo Soares», in: I would prefer not to. Em Torno de Bartleby, (org.) Maria Lucília Marcos, Lisboa, UnYLeYa e CECL; ISBN: 978-989-9850-31-6; pp 46- 54.
- 2013, «Desafios del hipertexto», in: MIRANDA, José Bragança de; PINTO, José Gomes (eds.), Perspectivas da la comunicación: arte, cultura, tecnologia, Madrid: Slurp & Cream, ISBN 978-84-941155-2-3; pp.134-145.
- 2013, «De certas práticas de subjectivação – genealogia do cuidado de si», in: Das Imagens Familiares, ed. Filipe Martins e Né Barros, Family Film Fiction Project, Balleteatro, Porto, ISBN: 978-989-96484-2-5.
 

Livros relacionados
 
 
Livros relacionados
 
 
 
 

Professora do Departamento de Filosofia da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH) da Universidade Nova de Lisboa (UNL), onde começou por leccionar Filosofia Medieval e é, actualmente, responsável pela cadeira de Estética. Doutorou-se em 1992 com uma tese sobre «O Pensamento morfológico de Goethe». É membro do Instituto de Filosofia da Linguagem, U.N.L. e do Conselho Científico do Collège International de Philosophie, Paris.

Escreve sobre problemas de estética, enquanto problemas de conhecimento e de linguagem, para revistas de filosofia e de literatura, entre outras, Filosofia e Epistemologia, Prelo, Análise, Revista Ler, Sub-Rosa, A Phala, Internationale Zeitschrift für Philosophie, Philosophica, Revista Belém, Dedalus, Rue Descartes, Chroniques de Philosophie, La Part de l’Oeil.

Tem escrito para catálogos e outras publicações sobre arte e artistas, portugueses e estrangeiros, entre os quais, Jorge Martins, Ruy Leitão, Rui Chafes, Helena Almeida, Ana Vieira, Julião Sarmento, Rui Sanches, José Pedro Croft, Bernard Plossu, Juan Muñoz, Noronha da Costa, Antony Gormley, Louise Bourgeois, Francisco Tropa e Amadeo de Souza-Cardoso.

Algumas publicações mais recentes: Símbolo, Analogia e Afinidade, Edições Vendaval, 2009; O Químico e o Alquimista. Benjamin, Leitor de Baudelaire, Relógio d'Água, 2011 – Prémio Pen-Club 2012 para Ensaio; As Nuvens e o Vaso Sagrado, Relógio d'Água, 2014; Rebuçados Venezianos, Relógio d'Água, 2016 – Prémio AICA/FCC 2017; Depósitos de Pó e Folha de Ouro, Lumme Editora, São Paulo, 2016; Cerimónias, Chão da Feira, Belo Horizonte, 2017; Dia Alegre, Dia Pensante, Dias Fatais, Relógio d'Água, 2017.

 

 

Fotografia de Jorge Molder, 2015.

Livros relacionados
 
Livros relacionados
 
 
 

Doutora em História das Ideias Políticas pela FCSH-UNL (em 2007, com uma tese sobre John Rawls e Robert Nozick), é investigadora permanente do Grupo de Teoria Política do CEH-UM, investigadora do Observatório Político e membro do Seminário Livre de História das Ideias da UNL. Conferencista em História das Ideias Políticas do Departamento de Estudos Políticos da FCSH-UNL (2009/12) e do mestrado em Filosofia Política da Universidade do Minho (desde 2013/14). Como bolseira de pós-doutoramento da FCT desenvolveu os projectos Paz, Democracia e Direitos Humanos nos Contornos da Utopia Realista Rawlsiana (2008/11) e Justiça Global e Direitos Humanos (2011/14). Autora de artigos publicados em livros e revistas científicas e das obras A Ideia de Justiça em Antero de Quental (Iman, 2002) e Utopia Realista (Fonte da Palavra, 2014).

Livros relacionados
 

Nasceu em 1963, em Lisboa e viveu a sua infância em Angola. Regressou em Fevereiro de 1975 e estudou na Universidade Nova de Lisboa, onde se licenciou em Filosofia, realizou dissertação de mestrado (tendo publicado o livro O Anjo Melancólico a partir da dissertação) e se doutorou, em Filosofia Contemporânea, com a tese Walter Benjamin, Messianismo e Revolução: a História Secreta. Actualmente é professora no Ensino Secundário e foi Professora Auxiliar no IADE (Creative University of Lisbon) entre 2011 e 2015.

É actualmente membro integrado do Centro de Filosofia da Faculdade de Letras de Lisboa (desde 2012) e Membro Associado do Collège d’Études Juives et de Philosophie Contemporaine, Membro da Direcção do Pen Clube Português, da APE (Associação Portuguesa de Escritores) e da APCL (Associação Portuguesa de Críticos Literários). Publicou várias obras de Ficção, Poesia e Ensaio.

Organizou congressos internacionais sobre María Zambrano (com Maria João Cabrita e Isabel Lousada), Walter Benjamin (com Bragança de Miranda, Fernando Cascais), Paul Celan (com Cristina Beckert, Carlos João, Ricardo Gil Soeiro), Levinas (com Maria Lucília Marcos e Paulo Barcelos). Foi professora-visitante em Brasília (UNB), Rio de Janeiro (UFRJ) e Goiânia (UFG).

Colabora regularmente com a Revista Colóquio-Letras e com diversas publicações, em Antologias de Poesia. Participa regularmente em mesas-redondas e conferências.

Foi galardoada com o Prémio Glória de Sant’Anna 2017 pela sua obra Do Ínfimo (Coisas de Ler, 2016).

 

 

Fotografia: Vasco Ribeiro, 2017.

Livros relacionados
 
 
 
 

Doutora em Ciências de Comunicação, pela Universidade Nova de Lisboa. É professora associada da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, onde lecciona matérias ligadas à comunicação, jornalismo e estudos de género. Os seus interesses de investigação centram-se no tema das relações entre as identidades e a comunicação como medium das interacções sociais, numa perspectiva política e sociológica. É neste sentido que tem investigado particularmente os temas dos direitos comunicativos das mulheres e liderado vários projectos neste domínio. É consultora e referee de várias revistas nacionais e internacionais sobre comunicação. De um vasto conjunto de publicações, destacam-se Identidades, Media e Política (Livros Horizonte, 2004) e Os Media e as Mulheres (organizadora, Livros Horizonte, 2004), além de artigos nas revistas Ex-Aequo, Comunicação e Sociedade, Feminist Media Studies, South European Society & Politics e Revista Crítica de Ciências Sociais, entre outras.

Livros relacionados
 
 
Livros relacionados
 

Escritora e jornalista, nasceu em Lisboa no dia 20 de Maio de 1937. Frequentou a Faculdade de Letras. Foi a primeira mulher a exercer funções dirigentes no cineclubismo em Portugal e é conhecida como uma das mais destacadas feministas portuguesas. Estreou-se na poesia em 1960, e a sua obra poética publicada até 2006 está coligida em Poesia Reunida (2009), distinguida com o Prémio Máxima Vida Literária. Na ficção surge com o romance Ambas as Mãos sobre o Corpo, em 1970. Seguem-se-lhe Novas Cartas Portuguesas (1972) – em co-autoria com Maria Isabel Barreno e Maria Velho da Costa –, obra que valeu às autoras um processo judicial «por ofensa à moral pública», e os romances Ema (1984; Prémio Ficção Revista Mulheres) e A Paixão segundo Constança H. (1994). Em 2011, publica o romance As Luzes de Leonor (Prémio D. Dinis 2011 e Prémio Máxima de Literatura 2012) e, no ano seguinte o livro Poemas para Leonor. Também em 2012, a sua poesia erótica é reunida na antologia As Palavras do Corpo. Em 2013 surpreendeu com A Dama e o Unicórnio, uma original interpretação das tapeçarias quatrocentistas La Dame à la Licorne que conjuga poesia e imagem, edição acompanhada de um CD com a cantata profana do compositor António de Sousa Dias sobre a poesia de Maria Teresa Horta dita pela actriz Ana Brandão.

 

Fotografia: Euric Vives-Rubio.

Livros relacionados
 
Livros relacionados
 
 
 
Livros relacionados
 
 
 

Nasceu em Lisboa no dia 9 de Agosto de 1923. Estudou belas-artes e música. Foi membro do Grupo Surrealista Português fundado em 1947. Após o seu afastamento do grupo, formou com António Maria Lisboa o que se tornou conhecido pelo Segundo Grupo Surrealista Português. Um poeta excepcional, cuja poesia mostra afinidades com a de Álvaro de Campos, Mário de Sá-Carneiro, António Maria Lisboa e a dos surrealistas franceses Breton e Artaud. A poesia de Mário Cesariny e, através dele, o surrealismo como atitude vital, influenciou toda uma geração de novos poetas tal como tinha acontecido com o Modernismo do Orpheu. Morreu em Lisboa no dia 26 de Novembro de 2006.

 

Ouvimos esta voz com o poema que nos traz e não sabemos se é a voz que diz o poema ou se é o poema que diz a voz. Esta coincidência do dizer e do dito, do som e do sentido, do corpo e do espírito, da poesia e da vida, do dia e da noite foi sempre o sinal de Mário Cesariny.

Já Breton escrevera: «Tudo leva a crer que existe um certo ponto do espírito donde a vida e a morte, o real e o imaginário, o passado e o futuro, o comunicável e o incomunicável, o que está em cima e o que está em baixo deixam de ser apercebidos contraditoriamente». Cesariny afirmava: «O único fim que eu persigo / é a fusão rebelde dos contrários».

É por isso que estamos aqui: não apenas para cumprir um acto de homenagem civil e cultural, mas acreditando que Cesariny reconhecia neste lugar onde a sua luz encontra a sua sombra, um sentido sagrado, dando a esta palavra a fundura mais funda e a liberdade mais livre. A morte é o que resta do sagrado e mesmo isso está a desaparecer, afirmava ele. E, às vezes, falava do osso sacro como de um segredo que é preciso guardar.

Cesariny era distante de tudo o que é oficial, convencional e vazio, mas aceitava os ritos que protegem os mitos. Foi assim que aceitou a Ordem da Liberdade, que lhe foi entregue em sua casa, numa tarde em que tudo se calava para o ouvir. Ele recebeu a Grã-Cruz, beijou-a e gritou: «A Santa Liberdade!». A liberdade era a sua medida desmedida, o rosto do seu rosto.

Nessa tarde, recordei uma outra tarde passada com Jorge Luis Borges, que acabava de receber a Ordem de Sant’Iago da Espada, que a sua cegueira o impedia de ver. Ele pediu-nos para lhe descrevermos as cores e as figuras do colar. A seguir, num gesto que foi repetindo, levou a mão ao frio do metal, exclamando: «Sant’Iago! Sant’Iago!» Falámos então daquela passagem de São Paulo que diz «Agora, vemos como num espelho, mas um dia veremos face a face». Borges falava e a nossa visão era o rascunho da sua cegueira. 

Sabemos que esta homenagem nunca conseguirá oficializar, normalizar, naturalizar, neutralizar Cesariny. Ao contrário, e por contraste, torna ainda mais nítido e invencível o seu escárnio selvagem, a fúria firme e feroz, o desassombro ímpio.

A sua vida foi vivida em nome da Liberdade, da Poesia e do Amor, de que os surrealistas fizeram a nova trilogia, juntando ao «transformar o mundo» o «mudar a vida». Em cada dia e em cada passo dele havia uma grande razão, aquela que num poema reclamava: «Falta por aqui uma grande razão / uma razão que não seja só uma palavra / ou um coração/ ou um meneio de cabeças após o regozijo / ou um risco na mão…» Cesariny procurava o ouro do tempo.

Agora, lembro. O Mário fala de Pascoaes, o velho da montanha, e conta o momento sagrado em que o conheceu. Fala de Lautréamont e de Rimbaud com palavras lentas e acesas. Fala de Artaud e a sua cara coincide com a dele. Já na rua, passa a velha que apanha o que encontra e ele faz-lhe perguntas que guiam respostas assombradas. O Mário ri e diz: «É a Vieira da Silva!» Agora, estamos nos Açores e ele toca piano, enquanto, da janela, vemos o mar erguer-se como no Moby-Dick, esse livro mágico e trágico, que lia e voltava a ler.

Estar com Cesariny era partir numa nave espacial e olhar cá para baixo com os olhos muito abertos. Havia nas suas mãos um fogo que, quando queimava, mostrava a tragédia, e, quando iluminava, fazia aparecer a comédia. Esse sentimento trágico e cómico da vida é o dos visionários do visível. Ele confessou um dia: «Para mim, só o momento da criação é linguagem, tudo o mais é baço, não diz, pertence ao sono das espécies, mesmo quando dormem inteligentemente.» Mas em todos os momentos dele havia criação. Nunca o ouvi dizer lugares-comuns, ideias mortas, frases feitas.

Na sua poesia, as palavras têm a exactidão cortante da ponta do diamante sobre o vidro, a velocidade densa dos grandes êxodos, o brilho obscuro dos olhos no amor. Na sua pintura, as cores levam o braço até à proximidade do mar e as formas são as do vento a abrir o portão do castelo.

Cesariny gostava de anarquistas, videntes, xamãs, usurpadores, hereges, piratas, incendiários e revoltosos. E de reis destronados, deuses abolidos, bruxas acossadas, fidalgos arruinados, heróis vencidos, náufragos salvos no último momento. Detestava tiranos, tiranetes, moralistas, hierarcas, burocratas, preopinantes, instalados, acomodados, calculistas, carreiristas, conformistas, cínicos, convencidos, contentinhos, coitadinhos.

Desses, ria com um riso que era sal insolúvel e tinha a grandeza escura da tempestade no Verão. O país dos risinhos, das piadinhas, das gracinhas, e das graçolas, não aguentava um riso tão livre: enorme e desassombrado. Não suportava esse riso cheio de amargura e desdém, de raiva e protesto. Nesse riso, passavam o riso antigo de Rabelais e o riso moderno de Artaud, o riso dos funâmbulos e das feiticeiras.

Num país em que o medo gerava cobardia e obediência, do medo dele nasciam coragem, insubmissão, subversão. No fim, estava ainda mais desencontrado com aquilo com que sempre se desencontrou: a vida pequenina, a vidinha de que falava o seu amigo Alexandre O’ Neill. E agora («O tecto está baixo», avisava-nos ele) só se fala da vidinha - e só a vidinha fala.

Afinal, é preciso repetir a pergunta de Hölderlin: «Para quê os poetas em tempos de indigência?» Afinal, é preciso repetir a resposta de Hölderlin: «O que permanece os poetas o fundam». E a resposta de Cesariny: «A palavra poética é a palavra verdadeira. É a única que diz.» Então, os poetas, se os houver, são para dizer o que ninguém diz, mesmo que ninguém oiça. Mas nesse dizer que ninguém ouve salva-se a honra de um tempo em que tudo se perde.

De Mário Cesariny, não basta afirmar que a sua poesia é das maiores do nosso século XX. Nem que a sua pintura é das mais originais desse tempo. É preciso reafirmar que, nele, pessoa, vida, morte, obra, atitude, ímpeto tinham a força que nos atira para um abismo de claridade.

Nestes 10 anos da sua morte, ouvir a voz de Cesariny é olhar o céu naquele momento em que o sol ainda não partiu e a lua já chegou.

 

José Manuel dos Santos

Lisboa, 8 de Dezembro de 2016

 

 

foto © Susana Paiva

Livros relacionados
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Livros relacionados
 
Livros relacionados
 
 
 
Livros relacionados
 
Livros relacionados
 

Mathilde Verlaine (17 anos de idade em 1870): Muitas seriam as dificuldades num casamento com Verlaine, apesar das elegias de La Bonne Chanson. Mathilde vive porém os seus tumultos como heroína de um romance negro, não poupa nenhuma sombra ao retrato de Rimbaud que sairá mais tarde de entre as páginas de Mémoires de Ma Vie (1935). Em 1874 está separada, em 1885 divorciada. Mas apesar de já ser Mme Delporte, não se esquece de que foi um dia Mme Verlaine: sempre que pode escreve, fala, recorda, retoca até mais não poder a imagem do anjo atraído à cova dos leões. Quando só fala de si, os olhares distraem- -se: do seu livro extenso hoje são lidos com atenção dois ou três capítulos — a breve passagem pelos braços de Verlaine, a humilhação perante a ditadura de um obstinado «rival». [Aníbal Fernandes]

Livros relacionados
 
Livros relacionados
 
Livros relacionados
 
 
Livros relacionados
 
 

Nasceu em Lisboa em 1964. Vive e trabalha em Nova Iorque e Lisboa.

Licenciado em Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa (1992), entre 1994 e 1996 fez o Master of Fine Arts, na School of Visual Arts de Nova Iorque. É doutorado pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa (2014), onde ingressou como assistente em 2002.

Expõe com regularidade desde 1991, incluindo as exposições realizadas no Visual Arts Museum (curadoria de Klaus Kertess); na Frieda and Roy Furman Gallery, Walter Reade Theater, Lincoln Center e na Storefront for Art and Architecture, em Nova Iorque. Também expôs no MUDAM, Luxemburgo; no Museu do Chiado; no CAM - Gulbenkian (curadoria de Nuno Crespo) e na Fundação Carmona e Costa, em Lisboa; na Laure Genillard Gallery, Londres; na Fundação RAM, em Roterdão e na Fundação de Serralves, Porto.

Em 2018, com a curadoria de Maria do Mar Fazenda, realizou a exposição «Spielraum» (momento 1 e momento 2) na galeria Águas Livres, em Lisboa, incluindo uma publicação com o mesmo título. A sua obra está representada em várias colecções públicas, bem como instalações permanentes na Ross School of Business, University of Ann Arbor, Michigan, EUA e na Faculdade de Direito, Universidade de Lisboa.

Livros relacionados
 

Castelo Branco, 1963. Estudou Pintura na FBAUL; é professor do Ar.co desde 1989, responsável pelo Departamento de Desenho e Pintura desde 1994. Vive e trabalha em Lisboa.

Expõe individualmente desde 1989. Participou em três importantes exposições internacionais de arte portuguesa: "Portugal Agora, Portuguese Contemporary Art", Musée d’Art Moderne Grand-Duc Jean, Luxemburgo, 2007; "Situation Zero, Recent Portuguese Visual Arts", Yerba Buena Center for the Arts, São Francisco, EUA, 2001; "Tríptico, Europália 91 – Portugal", Museum Van Hedendaagse Kunst, Gent, Bélgica, 1991.

Está representado nas seguintes colecções públicas: Ar.Co; Caixa Geral de Depósitos; CAM- Fundação Calouste Gulbenkian; Fundação Carmona e Costa; Fundação EDP; Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento; Musée d’Art Moderne Grand-Duc Jean, Luxemburgo; Museu de Arte Contemporânea, Funchal; Museu de Arte Moderna, Fundação de Serralves.

Livros relacionados
 
 
 
 
 
 

N. Braga, 1970. Vive e trabalha em Lisboa. http://www.migso.net/

Licenciado em Design de Equipamento, Faculdade de Belas-Artes, Lisboa (1989-1995), após formação em fotografia no Ar.Co, Centro de Arte e Comunicação Visual, Lisboa (1989-1990) e formação em desenho, com Manuel San Payo, Galeria Monumental, Lisboa (1989-1990), é doutorando em Arte Contemporânea pelo Colégio das Artes da Universidade de Coimbra (2010-presente). Profissionalmente, além da docência, actividade que exerce desde 2006, na Universidade do Algarve, Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, Universidade de Évora e Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, tem mantido uma regular carreira artística, expondo colectivamente desde 1898 e, individualmente, desde 1991, em Portugal e no estrangeiro.

Foi vencedor do prémio BES Photo 2007.

A sua obra está representada em várias colecções públicas e privadas em Portugal e no estrangeiro.

 

 

B. Braga, 1970. Lives and works in Lisbon. http://www.migso.net/

Miguel Soares graduated in Equipment Design from the Faculty of Fine Arts, Lisbon (1989-1995) after training in photography at Ar.Co, Arts and Visual Communication Centre, Lisbon (1989-1990) and training in drawing, with Manuel San Payo, at the Galeria Monumental, Lisbon (1989-1990). He is completing a doctorate in Contemporary Art at the College of Arts of the University of Coimbra (2010-present). Professionally, he has also taught, since 2006, at the University of Algarve, the Faculty of Sciences and Technology of the University of Coimbra, the University of Évora and the Faculty of Fine Arts of the University of Lisbon, he has maintained a regular artistic career, exhibiting collectively since 1989 and solo since 1991, in Portugal and abroad.

He was the winner of the BES Photo prize in 2007.

His work is represented in various public and private collections in Portugal and abroad.

Livros relacionados
 
 
 
 
 
 
 

Nasceu em Santarém, em 1979 e viveu em Almeirim e em Lisboa. Mora numa aldeia do concelho da Sertã.

Estudou desenho no AR.CO e fez um curso de Técnico de Biblioteca e Documentação.

Em 2008 estreia-se com o livro Contra a Manhã Burra (edição de autor) e faz sair, também nesse ano, Quando Escreve Descalça-se (edição Trama Livraria). Santo Subito, de 2010 (edição de autor), pertence, como os anteriores, à colecção “Os Carimbos de Gent”, à qual acrescenta outros dois títulos em 2012: Ensinar o Caminho ao Diabo e Um Lugar a Menos (edições de autor). No mesmo ano publica ainda Aqui Podia Viver Gente, com ilustrações de Bárbara Assis Pacheco (Primeiro Passo). Tojo: Poemas Escolhidos (Relógio D’Água) e Supremo 16/70 saem em 2013 (Artefacto). Em 2015 vem a lume Persianas (Tinta-da-china).

Livros relacionados
 
Livros relacionados
 
Livros relacionados
 
 

Mme Verlaine (58 anos de idade em 1870): Adiantada no casamento, consegue ter um filho. Paul habituou-se a ver três fetos que o vigiavam em grandes frascos de éter, guardados pela morbidez materna numa prateleira como testemunho de um drama em três fracassos que o precedeu. (O poeta virá a parti-los muito mais tarde, num ataque de fúria.) Viúva abastada com 400 000 francos de renda, nem por isso desistiu de coleccionar: restos de comida, roupas no fio, dinheiro que ia fugindo aos sobressaltos, com as exigências de um filho boémio. No fim da vida estava quase arruinada. Costumava dizer-me durante as nossas cenas, escreve Verlaine nas Confissões: «Vais ver, tantas me fazes que um dia vou-me daqui sem nunca mais saberes onde estou. E foi de Arras descida pela janela de uma casa de portas estreitas, morta. Desapareceu! E o resto do meu sonho perde-se na angústia crescente de uma infinita e vã procura…» [Aníbal Fernandes]

Livros relacionados
 
Livros relacionados
 

Doutora pela Universidad de Navarra, onde actualmente é Professora Associada. É editora do Jornal Anuario Filosófico. Ensina Filosofia Política e Filosofia da História na Universidad de Navarra. É membro investigadora do Instituto Cultura y Sociedad da Universidad de Navarra, onde dirige o projecto «Religión y sociedad civil». Realizou investigação em diversas Universidades e Centros de Investigação, tais como: Carl Siemens Stiftung, München, 2015; Normes, Sociétés, Philosophies. Laboratoire de Philosophies Contemporaines. Université Pantheon-Sorbonne (Paris I), 2011; Ludwig Maximilian Universität, München, Alemania, 2005; University of Toronto, Canadá, 1997; Catholic University of America, Washington, USA, 1996; Hauptsstaatsarchiv Nordrhein-Westalen «Nachlass Carl Schmitt», Düsseldorf, Alemania, 1995; Westfälische Wilhelms-Universität Münster, Alemania, 1992. Participou nos seguintes projectos de investigação: Las formas de representación del poder: ceremonias, juramentos y divisas. IP. MINECO Plan Estatal de Investigación. Proyectos I+D Excelencia. HAR2014-58542-P. 2015-2017; Deliberación y democracia. Los modelos liberal y postliberal: marco teórico y estudios de caso, Ministerio de Ciencia y Tecnología, 2010-2014; Ética y política: la reconstrucción normativa de la sociedad. Universidad de Navarra, 2006-2009; La moderna división del trabajo. BBVA, 2003-2005; Empresa y sociedad civil, Iberdrola, 2003-2005; La experiencia social del tiempo, Gobierno de Navarra, 2003-2005; Formas actuales y posibles de participación en la sociedad democrática. Ministerio de Educación, 1999-2002; Los elementos constitutivos de la sociedad civil, Universidad de Navarra, 1995-1998; Eugenio d’Ors en la Cultura Europea de Siglo XX. Gobierno de Navarra, 1991- 1994. É autora dos livros: La política revolucionaria de John Locke (Madrid, Tecnos, 2015), Ficciones políticas: el eco de Thomas Hobbes en el ocaso de la modernidad, (Buenos Aires, Madrid, Katz, 2012), El nomos y lo político: la filosofía política de Carl Schmitt (Pamplona, Eunsa, 2007, 2.ª ed.), Carl Schmitt und Álvaro d’Ors Briefwechsel, (Berlín, Duncker & Humblot, 2004). Ediciones: Religion and the Political, (Hildesheim/ Zürich/New York, Olms, 2012). Hegel: Contemporary Readings, (Hildesheim, Zurich, New York, Olms, 2011).

Livros relacionados
 
RECEBA AS NOVIDADES!
SUBSCREVA A NEWSLETTER E ESTEJA SEMPRE A PAR DE NOVIDADES E PROMOÇÕES
REDES SOCIAIS
© 2014. Sistema Solar. Todos os Direitos são reservados - Política de Privacidade
design bin?rio