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QUATRO HISTÓRIAS DA MINHA VIDA (UMA SELECÇÃO TENDENCIOSA) SEGUIDAS DE HISTÓRIA CLÍNICA E AUTÓPSIA DO CAVALEIRO CASANOVA, POR GREGORIO MARAñÓN
LITERATURAVOLTAR ATRÁS
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15.00€
AUTOR
EDITORA
Sistema Solar
SINOPSE

Quatro das suas aventuras amorosas

e menos associadas à «normalidade» casanoviana.

 

Mas… o escritor? Tardio. Primeiro em italiano, com ficções e não-ficções só hoje lembradas por arrastamento, por se acrescentarem ao célebre autor da História da Minha Vida, muitas vezes intitulada apenas Memórias. Casanova começou a escrever este longuíssimo texto de mais de três mil páginas em 1790, mas nunca o publicou. A sua edição póstuma, setenta e três anos depois da sua morte, paralelamente à boa surpresa provocou uma negativa excitação. O seu impávido amoralismo, a insolência de algumas reflexões, a evidente e narcisista paixão por si próprio, irritavam. Houve depois disto uma pausa, um esquecimento. Em 1825, uma edição bem comportada entregou-o ao público amaciado; só em 1960 este Casanova foi conhecido integralmente, revisto a partir do manuscrito e corrigido em todos os pontos em que o seu francês resvalava. Hoje compreende-se que Casanova é um escritor raramente erótico e nunca pornográfico — «admirável», disse Robert Desnos, «pela sua faculdade de desejo, amor e aventura.»

A selecção destes quatro textos, dita «tendenciosa», tenta apanhar Casanova em quatro das suas aventuras amorosas com fuga ao esquema mais comum da conquista amorosa, e que ele repetiu com subtis variações menos logradas na eficácia que em geral se associa à «normalidade» casanoviana. E aqui temos quatro exemplos do escritor que a resumir-se nas suas qualidades literárias, confessou: Tiranizado por uma pena indócil e áspera, escrevi tudo o que ela queria que eu escrevesse.

[…]

Gregorio Marañón nasceu em Madrid, em 1887. Estudou medicina. Reconhecido como uma das mais importantes personalidades da chamada Geração de 14, amigo de Miguel de Unamuno, humanista e liberal, foi médico de Afonso XIII e em 1926, por combater a ditadura de Primo de Rivera, condenado a um mês de prisão e a uma multa de cem mil pesetas. Em 1936, um dia antes das primeiras evidências de que a Espanha não ia escapar a uma guerra civil, veio para Lisboa; meses depois estava em Paris, e até 1942 viveu em países da América do Sul. […]

Deixou uma obra literária extensa, que soma trinta e oito títulos sobre temas de medicina, dezoito sobre temas históricos e mais treze que não cabem em nenhuma daquelas categorias. Lembrou-se de Casanova em 1940, quando escreveu Don Juan. Ensayos sobre el origen de su leyenda.

[Aníbal Fernandes]

Tradução: Aníbal Fernandes
Apresentação: Aníbal Fernandes
Data:
Março de 2026
Acabamento:
Brochado, com badanas
Formato:
14,5 x 20,5 cm
Páginas:
136
EAN:
9789895682560
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